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Crédito: Norma Mortenson/Pexels
ECONOMIA DIGITAL

Startups: o mapa da crise pré e pós-Covid

A média da queda global de investimento de risco até março deste ano é de 20%, com impacto menor nos Estados Unidos e se mantendo na Europa, antes da chegada da pandemia

Antes da Covid-19 (AC) e depois da Covid-19 (DC). A economia, as pessoas, a vida nas cidades e as expectativas se medem agora assim, antes e depois da pandemia. E a Startup Genome resolveu mapear o status do cenário global das startups no primeiro trimestre de 2020, em uma série de quatro estudos, publicados entre 1o de abril e 19 de maio, endereçando diferentes aspectos dos impactos que a Covid-19 trouxe para o empreendedorismo de tecnologia.

A iniciativa tem o objetivo de funcionar como um gigantesco sinal de alerta para governos de todos os países endereçarem seus esforços de ajuda econômica, uma vez que o ecossistema global de startups é fonte de empregos e inovação tecnológica, dois elementos de importância vital na retomada da vida no planeta. Estamos falando de um setor da economia avaliado em US$ 2,8 trilhões, que cresce em média 10% ao ano (duas a três vezes mais que os setores tradicionais da economia). Juntamos os insights principais dos quatro estudos e você tem o link para pegar todos na íntegra e avançar nos detalhes.

Começando pelo óbvio: investimento privado é o combustível que faz a maioria das startups funcionar, e os deals com investidores privados encolheram desde o início da crise, no final de 2019. O "marco zero" é a China, e nesse país os deals com VCs contraíram entre 50% e 57% nos primeiros dois meses do ano, retomando em março, 34% menores que antes da crise. No resto da Ásia, no entanto, o rebound não veio na mesma medida, e a queda ficou em 41% até o final de março.

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