A Febraban Tech terminou na quarta-feira, 26 de agosto. Gravei um bocado de podcasts por lá e, nos intervalos entre uma gravação e outra, passeava pelos estandes.
Boa parte resumia o produto numa comparação com algo de fora: o mais avançado do mercado, o mais completo do setor, referência global.
Ninguém me mostrou um número. Ninguém me disse em quanto tempo, em cima de qual base, com qual limitação.
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A Inteligência Artificial amplifica nos dois sentidos. Pode acelerar o aprendizado ou apenas dar mais confiança para uma decisão que já estava tomada. O método decide o lado.
Antes de concluir que a IA custa caro demais, vale separar o que é investimento no caso de uso, o que é infraestrutura para o futuro e o que é uma dívida tecnológica que a empresa já carregava.
Sem dono e sem orçamento, a IA fica presa no piloto. E a engrenagem que trava a escala é invisível para quem está dentro dela.
O Brasil se acostumou a se enxergar como atrasado. Em serviços financeiros, porém, já virou referência para quem tenta avançar.
Você sabe qual é o que está rodando na sua operação agora? Ou está torcendo para que nada aconteça?
A Inteligência Artificial mudou o problema de quem lidera dados e TI. Antes era preciso convencer a empresa a experimentar e agora é preciso saber quando dizer não.
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