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Crédito: Shutterstock
O SHIFT DA QUESTÃO

Quem ganha com a Economia dos Criadores?

Quantos likes teve seu último post? E como foi o impacto do seu comentário que movimentou amigos e fãs? Agora, imagine que assim como você, há milhões de pessoas postando conteúdos todos os dias. É dessa possibilidade de ganhar visibilidade, de ter uma voz que a Creator Economy tira sua força. Quem entender e abrir novas frentes pode liderar o mercado pós-pandemia.

Por Cristina De Luca, Marina Hortélio, Silvia Bassi e Soraia Yoshida 16/10/2021

Conteúdo

 

Para começar, alguns milhões de pessoas no mundo todo, que utilizam plataformas de produção de vídeo, áudio, newsletters, podcasts, redes sociais e marketplaces, para distribuir suas criações digitais e físicas diretamente para um contingente gigante de espectadores, fãs e consumidores. Em uma definição de amplo espectro, a Creator Economy (em português, Economia dos Criadores) abraça produtores de conteúdo, influencers e pequenos empreendedores, que monetizam suas obras, online, ancorados em plataformas e marketplaces.

Se juntarmos só criadores digitais e influencers, o número mágico é 50 milhões de pessoas, repetido em diferentes pesquisas sobre o tema (você lê mais abaixo os detalhes), que movimentam uma economia estimada em mais de US$ 100 bilhões anuais. Mas só 2 milhões, desse total, realmente ganha dinheiro para se sustentar. O resto corre atrás.

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