Realidade aumentada, internet das coisas e interface cérebro-máquina estão entre as tecnologias que vão transformar produtos e serviços no futuro. Mas como serão as aplicações práticas destas inovações na rotina das pessoas? O Wall Street Journal respondeu esta questão ao listar 10 tendências futuristas que devem chegar ao mercado nos próximos anos.
A começar pela alimentação, desde os eletrodomésticos até os pratos terão sensores e serão conectados a sistemas inteligentes para tornar refeições mais saborosas, saudáveis e livres de bactérias. Na mobilidade, estamos falando de bicicletas inteligentes e veículos elétricos voadores circulando no espaço urbano. Com nanotecnologia, remédios vão realizar diagnósticos de dentro do corpo humano. Carros serão movidos a algas, a iluminação será a laser e controlaremos dispositivos com o poder da mente. Toda superfície será uma televisão, visto que ela será tão fina e adaptável quanto um papel de parede.
Parte destas soluções já são comercializadas em nichos premium, mas a maioria ainda passa por períodos de testes em empresas de tecnologia. O fato de todas as tendências citadas serem tecnológicas não garante, no entanto, que terão sucesso no mercado. Entre as principais razões pelas quais bons produtos falham ao entrar no mercado está a priorização da tecnologia sobre a solução. De nada adianta usar tecnologia de ponta se o resultado não resolve uma dor do cliente.
O êxito de vendas de um produto está associado a seu caráter inovador mas, mais do que isso, a ser reconhecido como inovador pelo consumidor. “Em vez de simplesmente perguntar do que os clientes precisam, as empresas devem entender como os consumidores avaliarão quais produtos irão satisfazer suas necessidades”, analisa artigo do MIT. É necessário focar em inovações que sejam facilmente reconhecidas como tal ou no processo de educar o público-alvo para aquela novidade.
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