s
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Qual o futuro dos chatbots de IA?

E por que aqueles alimentados por grandes modelos de linguagem, apesar de mais capazes, ainda levarão algum tempo para chegar aos aplicativos comerciais?

A indústria de IA conversacional explodiu e teve um crescimento imenso na última década. Só o mercado de chatbots de IA, que utilizam Processamento de Linguagem Natural (NLP) e Machine Learning (ML) para funcionar,  chegará a 454,8 milhões de dólares em 2027, segundo o Statista. O que parecia apenas uma ferramenta de atendimento ao cliente, hoje está agregando valor aos processos de negócios, sendo usados pelas marcas para construir um sólido pipeline de vendas, atingir objetivos de marketing, habilitar o comércio, impulsionar o engajamento, induzir a fidelidade à marca, e por aí vai. Setores como comércio eletrônico, varejo, saúde, finanças, imóveis, educação e viagens têm estado na vanguarda do uso. Mas…

Desde os recentes episódios com o LaMDA, do Google, e o BlenderBot 3, da Meta, que os pesquisadores e desenvolvedores têm se perguntado sobre a viabilidade da próxima geração de chatbots, alimentada pelos grandes modelos de linguagem. Torná-los poderosos o suficiente para serem úteis, evitando respostas prejudiciais, é uma tarefa que vem se demonstrando nada trivial, assim como não é trivial a ideia de fazer com que o chatbot melhore a cada chat e se adapte ao que os clientes dizem e fazem.

Modelos como o GPT-3 ensinam que, em uma conversa, tentam dar a resposta mais provável, conforme o contexto e todas as conversas que tiveram acesso em seu treinamento. Na prática, o chatbot nem sempre dará as mesmas respostas para as mesmas perguntas.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

Brasil pode lucrar com a crise do petróleo, mas o futuro exige tecnologia quântica

Inovação

Brasil pode lucrar com a crise do petróleo, mas o futuro exige tecnol...

O FMI aponta o Brasil como beneficiário de curto prazo da alta energética global, mas a janela de oportunidade exige investimento em inovação para não se fechar

Mythos, o modelo que encontra falhas que passaram décadas invisíveis

Inteligência Artificial

Mythos, o modelo que encontra falhas que passaram décadas invisíveis

Quando encontrar brechas deixa de ser difícil, todo cuidado é pouco. Por isso, a Anthropic lançou o modelo para apenas 50 empresas parceiras. O Project Glasswing inaugura uma nova fase da cibersegurança.

A realidade da IA em 2026, segundo Stanford

Inteligência Artificial

A realidade da IA em 2026, segundo Stanford

O AI Index, do HAI, identifica uma dependência geopolítica que o mercado ignora e uma percepção pública construída sobre uma versão anterior da tecnologia.

O mercado de satélites nunca mais será o mesmo

Tendências

O mercado de satélites nunca mais será o mesmo

A corrida pelo domínio dos satélites entra em nova fase: como Amazon, Starlink e Hawkeye 360 estão redesenhando um mercado de US$ 22 bilhões

O retorno do capital inteligente: América Latina no radar dos investidores globais

Tendências

O retorno do capital inteligente: América Latina no radar dos investi...

O Brasil lidera as preferências: mais de 70% dos investidores globais o apontam como o destino mais atraente da América Latina

América Latina resiste à crise global de engajamento – e o Brasil surpreende

Tendências

América Latina resiste à crise global de engajamento – e o Brasil...

A região lidera na esperança, mas o estresse ainda pesa. Para as lideranças empresariais, os dados revelam tanto oportunidades quanto alertas que exigem ação imediata