Há hoje mais 3,1 milhões de robôs trabalhando em fábricas — embalando mercadorias, montando produtos, monitorando a qualidade do ar e muito mais. “Há uma revolução robótica em andamento”, afirma Daniela Rus, roboticista e diretora do MIT Computer Science and Artificial Intelligence Laboratory, em seu novo livro, "The Heart and the Chip: Our Bright Future With Robots”, escrito em parceria com o escritor científico Gregory Mone. "Se essa revolução for conduzida de forma correta e inteligente, as máquinas inteligentes terão o potencial de melhorar a qualidade da vida humana de forma tão drástica quanto o arado", escrevem.
Na opinião de Rus, os robôs podem dar “superpoderes” aos humanos. Levar nossa visão, audição, tato e até mesmo olfato a locais distantes e vivenciar esses lugares de uma forma mais visceral. As possibilidades são infinitas e infinitamente emocionantes. “O que escolhermos fazer com eles definirá o seu impacto e valor. E podemos escolher fazer coisas incríveis.”
O que a robótica realizou na última década é impressionante, mas o que estamos preparados para fazer nos próximos 20 anos é ainda mais emocionante, segundo Ros. Na verdade, estamos apenas começando. Hoje, robôs já podem ser construídos para realizar tarefas específicas repetidamente com uma precisão fenomenal. Mas mesmo os robôs mais avançados ainda não lidam tão bem com incertezas ou mudanças imprevistas. E isso tem muita a ver com as tecnologias usadas na sua construção:
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
A aceleração do código gerado por IA reduziu o custo da automação ofensiva, ampliou vulnerabilidades em software corporativo e expôs limites operacionais dos modelos tradicionais de AppSec.
Com 2.000 pessoas em desenvolvimento de produto e a meta de ter 100% do time focado em IA até o fim do ano, ele fala sobre o que ainda não foi desmontado e o que mudou para sempre
Craig Flower, recém-nomeado COO da Zendesk, explica como a empresa saiu de 20% para 65% de auto-resolução no próprio atendimento — e o que isso significa para qualquer empresa que queira usar IA de verdade
A indústria aposta que a próxima interface computacional é o espaço físico. Os dados de investimento sustentam a tese. Os casos de uso, ainda não.
Na conferência anual em Denver, a Zendesk apresentou soluções que integram agentes e copilotos em uma força autônoma que deixa para os humanos as decisões mais complexas
Tom Eggemeier percorreu Milão, Madri e Atenas e encontrou executivos pedindo mais velocidade, não menos. Na conferência anual da empresa, ele explica por que 80% de suas conversas com clientes já não são sobre atendimento ao cliente �...
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
