Primeiro a OpenAI publicou um “blueprint” sobre infraestrutura de IA, em que pede a criação de “zonas econômicas de IA”, com permissão acelerada para construção de data centers e amplo acesso à energia elétrica para alimentá-los. Esta semana, a empresa publicou outro “blueprint”, desta vez defendendo medidas para garantir a liderança global dos Estados Unidos em inovação de IA. Um exemplo claro de como, no limiar do governo Trump, os maiores desenvolvedores de IA estão tentando moldar a conversa sobre políticas em torno de tudo, desde energia até defesa e segurança nacional, à medida que a tecnologia avança. Afinal, a “oportunidade econômica que a IA apresenta é atraente demais para ser desperdiçada”.
Os principais objetivos da OpenAI com a publicação são:
Entre as recomendações:
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Mais do que acelerar a Siri, a parceria reorganiza poder quando a IA deixa de ser recurso e vira infraestrutura.
Ou como a Vibe Selling saiu do discurso motivacional e começou a se transformar em infraestrutura de IA para vendas
Empresas que usam o humano para guiar decisões sob incerteza constroem agentes mais confiáveis, governáveis e difíceis de copiar.
Relatório global da Capgemini mostra por que tecnologia não é mais o gargalo — e como a lentidão organizacional ameaça a competitividade.
A tecnologia amadureceu. Porém, organizações, processos e governança não acompanharam a velocidade da IA em escala.
A equação "IA + supervisão humana" redefine aprendizagem, reduz desigualdades e cria novo padrão de qualificação. A IA vira infraestrutura cognitiva, reconfigurando talento, ensino e competitividade.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
