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INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Olá, head de GenAI!

Pensando na carreira? Tem cargo novo no mercado: Chefe Global de IA Generativa.

A Coca-Cola abriu a porteira. Foi a primeira das grandes a nomear uma pessoa chefe global de IA GenerativaOutras estão seguindo o movimento. Entre elas a Sanofi, a SAP e até Universidade de Stanford, via Stanford Accelerator for Learning. Todas três com vagas em aberto. Moda? Ou um sinal claro de que passou a ser imperativo garantir que as organizações adotem a IA para aprender, experimentar e construir músculos de maturidade? Ou de que já caiu a ficha de que desbloquear o potencial de produtividade da GenAI exigirá a implantação de investimentos tangíveis (infraestruturas) e intangíveis (tecnologia, software, competências, novos modelos e práticas de negócio)?

As empresas já descobriram que a adoção da IA leva tempo e requer uma administração adequada. Em um webinar da MIT Sloan Management Review, a professora da London Business School, Lynda Gratton, discutiu as novas funções que as empresas estão criando para orientar as iniciativas de IA, as responsabilidades profissionais destes líderes e como as empresas podem usar a IA para a gestão de pessoas.

Ela identificou cinco principais responsabilidades de quem ocupará essas novas funções:

  • Orientar a direção estratégica e o alinhamento do trabalho de IA.
  • Estabelecer e manter um ecossistema colaborativo de IA generativa.
  • Monitorar e avaliar experimentos de IA Generativa para informar as práticas recomendadas.
  • Identificar casos de uso de alto impacto para escalabilidade.
  • Supervisionar a integração da IA Generativa em todas as unidades de negócios.

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