A Coca-Cola abriu a porteira. Foi a primeira das grandes a nomear uma pessoa chefe global de IA Generativa. Outras estão seguindo o movimento. Entre elas a Sanofi, a SAP e até Universidade de Stanford, via Stanford Accelerator for Learning. Todas três com vagas em aberto. Moda? Ou um sinal claro de que passou a ser imperativo garantir que as organizações adotem a IA para aprender, experimentar e construir músculos de maturidade? Ou de que já caiu a ficha de que desbloquear o potencial de produtividade da GenAI exigirá a implantação de investimentos tangíveis (infraestruturas) e intangíveis (tecnologia, software, competências, novos modelos e práticas de negócio)?
As empresas já descobriram que a adoção da IA leva tempo e requer uma administração adequada. Em um webinar da MIT Sloan Management Review, a professora da London Business School, Lynda Gratton, discutiu as novas funções que as empresas estão criando para orientar as iniciativas de IA, as responsabilidades profissionais destes líderes e como as empresas podem usar a IA para a gestão de pessoas.
Ela identificou cinco principais responsabilidades de quem ocupará essas novas funções:
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