O que significa viver em um mundo mediado por IA? É o que analistas do Copenhagen Institute for Futures Studies (CIFS) procuram responder no paper “Exploring the Futures of Technology: Understanding the Layers in an AI-Mediated World”, partindo do princípio de que a IA não é mais apenas uma ferramenta, mas uma força que molda ativamente as decisões, os sistemas e as experiências. “A IA já não fica apenas em segundo plano”, afirmam os autores, não se referindo apenas a indivíduos, mas também a planos de negócios e mudanças sociais.
O relatório não trata apenas de observar tendências, mas de fornecer ferramentas conceituais e práticas para equipar indivíduos, organizações e formuladores de políticas a navegarem pelos futuros que estamos criando.
Os pontos-chave para 2025?
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
A queda no preço por token amplia demanda e pressiona ROI, enquanto US$ 1,3 trilhão em CapEX redesenha a indústria até 2027.
A automação por IA está deslocando valor da interface para dados, controle e orquestração.
Agentes prometem escala e eficiência, mas expõem limites organizacionais. O diferencial está na capacidade das empresas de gerir IA como rotina operacional.
O que o experimento MoltBook revela sobre o valor econômico, a governança e a liderança em sistemas autônomos.
A economia avança com IA, mas esbarra na qualidade do julgamento humano — um fator ainda ausente das métricas e da governança corporativa.
Pesquisas da PwC e do MIT mostram por que os investimentos em IA avançam mais rápido do que a capacidade das empresas de capturar valor. E por que o problema não é tecnológico, mas estrutural.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
