s
GESTÃO

O custo do atraso e a arte da priorização

Para tomar decisões, precisamos compreender o quão valioso e o quão urgente algo é.

Já sentiu que não há horas suficientes no dia para fazer tudo? Entre trabalho, obrigações pessoais e emergências inesperadas, pode ser um desafio manter-se em dia com a lista de tarefas. É aí que entra a priorização — dominar a arte de decidir quais tarefas são mais importantes e concentrar sua energia em concluí-las primeiro.

Muitos fatores influenciam como priorizamos nossas tarefas. Algumas pessoas baseiam suas decisões na urgência, enquanto outras podem focar mais na importância. Outras podem optar por priorizar com base em prazos ou no impacto potencial que uma tarefa pode ter. Não importa quais critérios você use para determinar suas prioridades, o segredo é ser intencional, dizem os consultores da Impacter Education Corporation.

Ao adotar uma abordagem deliberada de priorização, você estará melhor equipado para gerenciar seu tempo de maneira eficaz, atingir seus objetivos e evitar o que Joshua Arnold, CEO da Impacter, define como custo do atraso, aferido a partir de seus dois ingredientes essenciais: o valor (nem sempre financeiro) e a urgência.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

A crise silenciosa do trabalho: por que as empresas estão perdendo foco, não horas

Tendências

A crise silenciosa do trabalho: por que as empresas estão perdendo fo...

Dados globais indicam que apenas 2 a 3 horas do dia são realmente produtivas, enquanto o “trabalho sobre trabalho” e a fragmentação da agenda corroem a eficiência

Cortar vagas júnior por causa da IA pode sair caro para CEOs e boards

Tendências

Cortar vagas júnior por causa da IA pode sair caro para CEOs e boards

Ao reduzir a porta de entrada hoje, empresas arriscam perder talentos, cultura e liderança no médio prazo

Por que a liderança falha na mudança — mesmo quando a estratégia é boa

Tendências

Por que a liderança falha na mudança — mesmo quando a estratégia...

Dados da DDI revelam que o maior gargalo das transformações não está no plano, mas na forma como líderes engajam, escutam e reforçam comportamentos

O novo CEO: o que os boards realmente esperam da liderança em 2026

Tendências

O novo CEO: o que os boards realmente esperam da liderança em 2026

Resultados já não bastam. Conselhos agora buscam líderes que combinem visão estratégica, domínio de IA, liderança humana e presença ética para atravessar tempos de incerteza

Grande Adaptação: 2026 marca virada na relação entre empresas e pessoas

Tendências

Grande Adaptação: 2026 marca virada na relação entre empresas e pe...

O Workmonitor 2026 revela a lacuna de confiança entre empregadores e trabalhadores, o avanço da IA como infraestrutura e o fim da carreira linear — e o que líderes precisam fazer agora

2026, o ano no qual o Chief AI Officer é o CEO

Inteligência Artificial

2026, o ano no qual o Chief AI Officer é o CEO

O AI Radar 2026 do BCG mostra CEOs assumindo decisões de IA, concentrando capital, risco e governança.