s
INOVAÇÃO

O avanço das empresas incumbentes digitais

São companhias que estão fazendo a transição do reforço dos sistemas de negócios principais para os negócios digitais inovadores

Por Redação The Shift 04/04/2022

Existe uma corrida neste momento entre os players do cenário digital. Na ponta estão os hiperescaladores, seguidos pelos nativos. Os incumbentes legados aparecem lá atrás. Mas à frente deles e tentando disputar com os nativos digitais estão os incumbentes digitais, empresas tradicionais que adotaram características de hiperscaladores e nativas digitais. Essas companhias estão fazendo a transição do reforço dos sistemas de negócios principais para a inovação, de acordo com o recente relatório “The Rise of the Digital Incumbent”, do Boston Consulting Group (BCG).

Esses negócios tradicionais que executaram com sucesso sua transformação digital e estão avançando na construção sistemática de capacidades digitais. Adidas, Diageo, John Deere, KLM, L’Oréal fazem parte do grupo que percebeu a necessidade de desenvolver e construir recursos para seu crescimento a partir da inovação disruptiva.

O estudo aponta que apenas cerca de “30% das empresas no índice S&P Global 1200 estão se transformando com sucesso em empresas digitais”, deixando a maioria das empresas legadas para trás. O que difere as incumbentes digitais das versões legadas, além do investimento em plataformas digitais, é que elas se valem de suas habilidades para construir resiliência e alcançar aquilo que a consultoria define como “capacidade biônica” – o ponto em que as capacidades humanas e tecnológicas se combinam para funcionar em um nível que nenhum deles pode alcançar de forma independente. Isso requer uma base sólida de proficiência digital, ou seja, não apenas sistemas, mas colaboradores com habilidades digitais e de dados. Essa combinação criará empresas de alto desempenho.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

Por que a IA ainda não gera inovação nas empresas e como a experimentação estruturada muda esse jogo

Inovação

Por que a IA ainda não gera inovação nas empresas e como a experime...

Estudo global da Mastercard e Forrester mostra que, sem experimentação estruturada, a IA amplia riscos, trava decisões e não se traduz em vantagem competitiva

Quatro futuros possíveis para o trabalho na era da IA até 2030

Tendências

Quatro futuros possíveis para o trabalho na era da IA até 2030

Estudo do Fórum Econômico Mundial mostra como a combinação entre avanço da IA e preparo da força de trabalho pode levar à prosperidade ou à frustração econômica

IA, experiência e consumo em mutação: as apostas da NRF para o varejo em 2026

Tendências

IA, experiência e consumo em mutação: as apostas da NRF para o vare...

Da IA como infraestrutura ao impacto de novos hábitos de consumo, a NRF mostra por que 2026 será o ano do reset estratégico no varejo global

O novo valor do consumo em 2026: IA, equidade e pequenos prazeres redefinem a compra

Tendências

O novo valor do consumo em 2026: IA, equidade e pequenos prazeres rede...

Estudo da Capgemini mostra por que preço já não basta, como a IA virou consultora de compras e por que transparência e emoção passaram a guiar a fidelidade do consumidor

Por que a agenda do CEO em 2026 começa antes da Inteligência Artificial

Tendências

Por que a agenda do CEO em 2026 começa antes da Inteligência Artific...

Infraestrutura, processos e pessoas se tornam o verdadeiro teste de maturidade para escalar IA com impacto real nos negócios

Conectividade no Brasil às portas de 2026

Economia Digital

Conectividade no Brasil às portas de 2026

Quando acesso deixa de ser o problema, mas a qualidade vira risco