A FDA (Food and Drug Administration), órgão responsável pela aprovação de novas drogas nos Estados Unidos, publicou o primeiro rascunho (draft guidance) para que empresas possam entrar com pedidos de desenvolvimento e até testes clínicos para investigação de novas drogas utilizando “psicodélicos clássicos” (LSD, MDMA, psilocibina).
A condição é que sejam usadas para tratamento médico de distúrbios psicológicos, como depressão, transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), abuso de substâncias, ansiedade e problemas nesse espectro. O draft não fornece recomendações específicas sobre o desenho do estudo clínico, mas apresenta “construções fundamentais” a serem consideradas. O draft está aberto a comentários públicos até 25 de agosto de 2023.
Na prática, é uma sinalização da FDA de que está confortável com o avanço do interesse sobre uso de drogas psicodélicas em terapias médicas. É um terreno complicado, porque a DEA (Drug Enforcement Administration) ainda classifica essas substâncias como controladas, e o documento enfatiza o cuidado de criar designs de testes que minimizem o potencial de abuso.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Pesquisa com mais de mil profissionais mostra que empresas continuam investindo em sustentabilidade, mas trocaram o discurso público pelo progresso silencioso
Relatório do Fórum Econômico Mundial revela que 1.920 unicórnios privados concentram valor que os mercados públicos não conseguem mais absorver
Mais da metade dos CEOs ouvidos pelo BCG diz que seus conselhos confundem narrativa midiática com realidade operacional da IA; 60% acreditam que estão sendo pressionados a agir rápido demais
Em entrevista à The Shift durante o SAS Innovate 2026, Bill Wisotsky separou o hype da realidade na Computação Quântica e fez um apelo direto a CIOs e CISOs: quem não começar a explorar agora vai chegar tarde demais
Com equipes sobrecarregadas, orçamentos apertados e ataques cada vez mais sofisticados, profissionais de defesa cibernética ganham um aliado poderoso
Com dados de 20.000 profissionais em 10 países, o novo relatório da Microsoft revela que fatores organizacionais explicam o dobro do impacto da IA em relação ao esforço pessoal
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
