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Estudos revelam como o design está se reinventando para liderar transformações digitais, sociais e ecológicas com foco em empatia, tecnologia e circularidade (Crédito: Freepik)
TENDÊNCIAS

O novo papel do design: mediador entre humanidade, tecnologia e impacto

Relatórios apontam como o design ultrapassa a estética para atuar como agente de mudança em experiências, políticas de inclusão e impacto ambiental

O design está se reposicionando como ferramenta estratégica, em meio a transformações sociais, digitais e ecológicas, com impactos que vão da Indústria Criativa à Saúde, da Economia Circular à Inteligência Artificial. O “iF Design Trend Report 2025” identifica e analisa seis transformações que definem os caminhos do que chama de “Next Society”.

  1. Digitalidade Humana (Human Digitality) – Design domando a revolução digital
  2. Economia Consciente (Conscious Economy) – Design promovendo interações empáticas
  3. Cosociedade (Co-Society) – Design como catalisador da convivência social
  4. Revolução da Mudança de Mentalidade (Mindshift Revolution) – Design rompendo estereótipos
  5. Glocalização (Glocalization) – Design fomentando resiliência glocal
  6. Transição Ecológica (Eco Transition) – Design guiando a transição para uma economia circular

Essas macroforças servem como pilares analíticos para entender como o design está se tornando um ator estratégico em tempos de “omnicrise”, termo cunhado para descrever a sobreposição de crises climáticas, políticas, econômicas e sociais.

1. Digitalidade Humana: entre tecnologia e humanidade

A revolução digital exige um novo tipo de mediação: a do design como árbitro entre seres humanos e máquinas. A ascensão da IA Generativa está levando à criação de produtos que interagem, sentem, aprendem e respondem em tempo real, redefinindo o papel do designer como mediador da experiência e da confiança.

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