s
INOVAÇÃO

Não fique estagnado, inove!

O Capgemini Research Institute conceituou inovação a partir de múltiplas perspectivas – empresarial, religiosa, científica e política - para entender sua evolução e futuras aplicações no mundo digital.

A jornada digital é sobre trilhar um território desconhecido, repleto de perguntas e desafios. No Capgemini Research Institute é também o fio condutor de um série de publicações trimestrais chamadas "Conversations for Tomorrow". A quinta edição, recém lançada, é focada exclusivamente nas mudanças do conceito de inovação, o motor que impulsiona as economias contemporâneas. Os padrões de vida são determinados pelo crescimento da produtividade, que por sua vez depende da introdução e disseminação de novas tecnologias que permitem produzir uma variedade cada vez maior de bens e serviços com cada vez menos recursos do nosso planeta.

De acordo com os editores,a inovação nunca foi tão empolgante quanto agora, com tantas tecnologias transformadoras do ambiente social e empresarial. A Biologia Sintética tem o potencial de erradicar fome via o desenvolvimento de “alimentos” de alto valor nutricional e combater doenças por meio dae engenharia e edição de genes. O blockchain, o metaverso e a Web 3.0 serão “redefinidores de momentos”, com potencial para transformar o mundo da mesma forma que a internet fez. As tecnologias quânticas mudarão o modo como calculamos, comunicamos e sentimos, e também a segurança cibernética e o enfrentamento das mudanças climáticas.

A tabela acima mostra que, ao longo das últimas duas décadas, a inovação como conceito de negócio cresceu. Nas décadas de 1980 e 1990, significava P&D e desenvolvimento de produtos. No entanto, as empresas aprenderam posteriormente que poderiam evitar a concorrência direta mudando suas visões sobre os modelos de negócios. Com o advento da economia digital por volta de 2010, muitos setores de repente se tornaram vulneráveis à disrupção das empresas nativas digitais (pense no destino da Blackberry e da Nokia). Para se manterem competitivas, as empresas inovadoras ampliaram o escopo de seus negócios para abranger plataformas e ecossistemas, a gilidade organizacional e novas formas de empoderamento e controle.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

O retorno de 4 para 1 que as empresas deixam na mesa

Inteligência Artificial

O retorno de 4 para 1 que as empresas deixam na mesa

Estudo da Deloitte mostra que as empresas tocam várias transformações ao mesmo tempo, mas ainda tratam a gestão de mudança como custo de projeto. O preço aparece em esgotamento, saídas de talentos e valor perdido

O ponto cego dos CEOs na era da IA: a confiança que eles acham que têm

Inteligência Artificial

O ponto cego dos CEOs na era da IA: a confiança que eles acham que t�...

Estudo do BCG revela um abismo de 41 pontos na percepção de confiança. A falta de transparência sobre a IA já afeta o empenho das equipes, enquanto os líderes olham para outro lado

Gartner Strategic Trends 2027: a autonomia da IA precisa de limites

Tendências

Gartner Strategic Trends 2027: a autonomia da IA precisa de limites

Lista anunciada em 20 de outubro de 2026 também questiona a dependência dos grandes modelos de linguagem (LLMs) como ferramenta universal.

Tecnologia e longevidade: como viver mais e melhor na próxima década

Inteligência Artificial

Tecnologia e longevidade: como viver mais e melhor na próxima década

Relatório do Milken Institute com mais de 50 líderes mostra como IA, nova infraestrutura de cuidado, aprendizagem contínua e laços entre gerações vão definir a qualidade dos anos ganhos

Todos usam IA, quase ninguém sabe liderar com ela, aponta Global Leadership Forecast 2027

Inteligência Artificial

Todos usam IA, quase ninguém sabe liderar com ela, aponta Global Lead...

Mais de 80% dos líderes relatam ganhos de produtividade com IA. Mas só 14% se sentem muito preparados para usar tecnologias emergentes com sucesso, e apenas 22% trabalham em empresas com uma política clara sobre o uso de IA

Gary Bolles: personificar a IA é uma questão de responsabilidade

Inteligência Artificial

Gary Bolles: personificar a IA é uma questão de responsabilidade

Chair de Futuro do Trabalho da Singularity University defende que a responsabilidade pelo uso da IA continue sendo humana. Para gerar valor com a tecnologia, diz ele, as empresas precisam redesenhar toda a cadeia de entrega, começando pela...