Se há uma coisa que a economia comportamental nos mostrou nos últimos anos é que em um cenário marcado pelo divisionismo, nem sempre as reações estão no campo do bom senso e racional – e que as interações entre pessoas, marcas e iniciativas se tornaram muito mais pessoais, desde a chegada da pandemia. Passamos por um reset social.
Comprar uma série de coisas das quais não precisamos durante a Black Friday somente para aproveitar uma oferta, é uma coisa. Esperar muito mais das marcas com as quais interagimos, cobrando que tenham uma atuação ativa na sociedade, muito além de suas atribuições comerciais, é outra.
“Antes, estávamos confortavelmente entorpecidos, comprando mais barato, maior e melhor; agora, a pandemia gerou sofrimento e trauma, e a introspecção que ela gerou expôs nossa fragilidade. A pandemia nos mudou e agora buscamos mais no comércio. Esperamos realização, não apenas consumo. Esperamos que as marcas que patrocinamos não sejam apenas fabricantes e varejistas, mas contribuintes ativos e úteis para a nossa sociedade”, escreve Dipanjan Chatterjee, vice-presidente e analista principal da Forrester Research, onde lidera a prática de pesquisa de estratégia de marca, em um artigo para a MIT Sloan Management Review. “Nessa transição está uma das redefinições mais significativas para a marca moderna. Essa nova reconfiguração social é um território desconhecido para a maioria das empresas, que agora precisam lidar com as expectativas de novos clientes e funcionários”.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Pesquisas mostram que apenas 30% dos funcionários consideram seus líderes excepcionais. Agora, estudos de neurociência e IA indicam que sinais de liderança podem ser detectados muito antes da carreira executiva
Estudo da ABES em parceria com a IDC mostra que o país expandiu os investimentos em tecnologia em 18,5% em 2025, impulsionado pela corrida por inteligência artificial e infraestrutura digital
Novo relatório do EIC mapeia avanços em IA, materiais avançados, computação quântica e biotecnologia que começam a ganhar escala na corrida global pela inovação
Pesquisa com fundadores de scale-ups revela como o grande mercado brasileiro adia a internacionalização, enquanto novas startups passam a considerar a expansão global como parte natural da estratégia de crescimento
Relatório do EBANX mostra que o avanço do e-commerce global está sendo puxado por consumidores de classe média em mercados emergentes , incluindo Brasil
Com automação, hiperpersonalização e atendimento proativo, a IA transforma o customer service em um motor de fidelização e crescimento para as empresas
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
