Os modelos de assinatura revolucionaram muitos setores, e o seguro deve ser mais um entre eles. Principalmente por fornecem aos segurados mais controle e flexibilidade para alterar suas coberturas conforme suas necessidades. Afinal, a pandemia da Covid-19 revelou que as seguradoras podem — e devem — interagir com os clientes de modo mais ágil e responsivo, e que os produtos devem ser ajustados para refletir o “novo normal”. Ao mesmo tempo, a crise despertou o interesse dos clientes por novas proteções e soluções mais personalizadas e flexíveis que se adaptam às suas necessidades em diferentes momentos.
No Brasil, as primeiras iniciativas surgiram em 2021, praticamente junto com a divulgação, pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), das orientações regulatórias iniciais para o Open Insurance, com previsão de lançamento em 2023. A Kakau Seguros, a BLLU (com a Porto Seguro), a Pier e a Youse foram algumas das pioneiras do seguro por assinatura no país. Depois vieram outras empresas, impulsionadas pelo sandbox regulatório, como a Flix. E agora, a Piquenique entra no segmento com uma proposta diferente: a de clube de assinatura, mas próxima do modelo de operação das incumbents.
O seguro de assinatura oferece vários benefícios claros para os segurados, incluindo a capacidade de comprar apólices não como produtos distintos, mas como um conjunto de serviços dinâmicos. Também coloca o consumidor no controle — atacando uma crítica comum ao setor de seguros – com conselhos e informações disponíveis conforme necessário. Além de serviços personalizados e preços atraentes, os consumidores ter maior de interações e de ter mais dados disponíveis, como demonstrado pelos primeiros adeptos de modelos de assinatura em linhas residenciais e especializadas.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Na conferência anual em Denver, a Zendesk apresentou soluções que integram agentes e copilotos em uma força autônoma que deixa para os humanos as decisões mais complexas
O discurso sobre a “morte do SaaS” está dando lugar a outra leitura: a redistribuição histórica de capital na economia de IA. Relatório do PitchBook projeta US$ 8 trilhões em rotação de gastos corporativos até 2030.
Pesquisa anual da Deloitte mostra gerações pressionadas pelo custo de vida que adiaram decisões importantes, adotaram IA mais rápido que suas empresas e redefinem liderança, propósito e saúde mental no trabalho
Pesquisa com mais de mil profissionais mostra que empresas continuam investindo em sustentabilidade, mas trocaram o discurso público pelo progresso silencioso
Relatório do Fórum Econômico Mundial revela que 1.920 unicórnios privados concentram valor que os mercados públicos não conseguem mais absorver
Mais da metade dos CEOs ouvidos pelo BCG diz que seus conselhos confundem narrativa midiática com realidade operacional da IA; 60% acreditam que estão sendo pressionados a agir rápido demais
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
