O Brasil voltou a figurar entre os dez maiores investidores em Tecnologia da Informação (TI) no mundo. Em 2024, o país alcançou a 10ª posição no ranking global, com investimentos de US$ 58,7 bilhões, representando um crescimento de 13,9% em relação a 2023. A média mundial, para efeito de comparação, foi de 10,8%, segundo o estudo da ABES em parceria com a IDC divulgado nesta quarta-feira (06/08). A projeção é que o mercado de TICs no Brasil deve crescer 7,2% em 2025, o que o levaria para quase US$ 96,5 ante US$ 90 bilhões de 2024.
“Isso mostra o papel estratégico da tecnologia para o país, e indica que as empresas brasileiras entenderam que não há produtividade e competitividade sem investimento em software, serviços e dados”, afirmou Jorge Sukarie, conselheiro da ABES e presidente da Brasoftware, durante a apresentação dos dados.
Ao todo, o setor de TI passou a representar 1,6% do PIB brasileiro. No entanto, ainda é uma participação considerada abaixo do ideal: segundo Sukarie, se o Brasil investisse em TI na mesma proporção em que esse segmento tem representatividade no PIB mundial (2%), o setor deveria receber pelo menos US$ 20 bilhões a mais.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Segurança pós-quântica, IA física, defesa acelerando inovação civil e educação personalizada traçam o roteiro estratégico para quem não pode ignorar 2026
IA com memória, autoatendimento imediato, atendimento multimodal, análises por prompt e transparência algorítmica formam a nova base do CX, segundo o CX Trends 2026 da Zendesk
Cultura estratégica, segurança psicológica, liderança requalificada, flexibilidade real, habilidades humanas e gestão do burnout formam o novo núcleo competitivo das empresas na era da IA
Com a economia enfraquecida, IA em rota de colisão com o mercado, expansão chinesa nos elétricos, energia renovável em ascensão e um boom militar histórico, 2026 exigirá leitura fina de riscos e adaptações rápidas
Relatório da EY revela como IA agêntica, contratos inteligentes, robótica e neurotecnologias estão transformando empresas em ecossistemas autônomos e superfluídos
Com 73% das empresas operando programas estruturados e 91% priorizando IA e dados, o país supera o ciclo experimental e transforma colaboração com startups em estratégia central de negócios
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
