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Economia circular avança, mas segue fora do radar dos grandes investidores (Crédito: Freepik)
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Para onde está indo o dinheiro da economia circular?

Apesar do aumento no número de negócios circulares entre 2018 e 2023, o capital global ainda privilegia modelos lineares. O estudo da Circle Economy revela os gargalos financeiros e aponta caminhos para destravar o investimento em soluções regenerativas e sustentáveis

Em 2018, o investimento em negócios circulares somou US$ 10 bilhões. Em 2021, o total atingiu o pico de US$ 42 bilhões, puxados por estímulos públicos pós-pandemia. Desde então, os volumes caíram, sinalizando uma perda de fôlego na agenda circular, embora o número de casos tenha aumentado. O montante atual representa apenas 2% do total de investimento global rastreado por um estudo da KPMGA economia linear, ainda dominante, continua sendo priorizada pela maioria dos fluxos de capital, o que amplia riscos econômicos e ambientais, como o colapso de cadeias de suprimentos e a aceleração da crise climática.

Quem financia a circularidade?

Dos US$ 164 bilhões rastreados entre 2018 e 2023 pelo relatório “Circularity Gap Report”, 73% vieram do setor privado

  • Bancos comerciais e instituições de crédito: US$ 11 bilhões/ano (38,9%)
  • Private equity: US$ 3,2 bilhões/ano (11,9%)
  • Investidores institucionais e gestores de ativos: US$ 2,4 bilhões/ano (8,6%)
  • Venture capital, aceleradoras e investidores-anjo: US$ 1,8 bilhão/ano (6,3%)

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