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Eduardo Dias, CEO da Footure Crédito: Reprodução Internet

ENTREVISTA

Futebol brasileiro gera oportunidades para ecossistema de inovação

Em entrevista exclusiva, Eduardo Dias, CEO da Footure, afirma que profissionais de fora da indústria serão responsáveis por levar tecnologia e inovação ao esporte

Por João Ortega 16/10/2020

O futebol brasileiro apresenta um problema crônico de falta de inovação. É um mercado que movimentou R$ 53 bilhões na economia nacional em 2018, mas perdeu parte relevante dos consumidores na última década, segundo dados do Datafolha. “O atraso e a omissão em se transformar digitalmente custaram caro”, explica Eduardo Dias, CEO da Footure, em entrevista exclusiva à The Shift. 

A Footure é uma startup que trabalha com três pilares no futebol: consultoria aos clubes, conteúdo analítico para fãs e educação para profissionais da área. Apesar do conservadorismo da indústria, o empreendedor se mostra otimista para o potencial do ecossistema de inovação nos esportes. “Onde há ineficiência, há oportunidades”, diz. O capital financeiro está indo na mesma direção, como mostra o recém-lançado fundo de R$ 5 milhões para sportstechs da Bossa Nova. 

Os problemas do futebol são comuns a diversos setores tradicionais, no país, que resistem a repensar seus modelos de negócio. “Gigantes vão perder espaço, e pequenos e médios vão crescer. Isto tem a ver com profissionalização, com novos hábitos de consumo”, afirma Eduardo Dias sobre os clubes brasileiros – mas poderia muito bem estar discutindo o setor corporativo como um todo. 

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