Silenciosamente, a identidade digital está catalisando a próxima geração de disrupção tecnológica, afirma a Accenture. A próxima geração de inovação não acontecerá se continuarmos usando os velhos modelos de identidade. A convergência físico-digital pressupõe a derrubada das paredes que separam empresas e governos das jornadas físicas e digitais das pessoas e só as formas emergentes de identificação digital conseguirão fazer isso, gerando uma torrente de mudança.
Setores mais inovadores estão descobrindo que a identidade digital não é apenas para reforçar as omissões do passado, mas também para proteger o futuro das empresas, proporcionando formas de compartilhamento e propriedade de dados drasticamente diferentes.
Diante desse cenário, identidades centrais nascidas digitalmente estão começando a surgir, em movimentos liderados por governos e parcerias público-privadas. Várias utilizam técnicas de IA para auxiliar na identificação inequívoca de pessoas, como reconhecimento biométrico de rosto, voz e impressão digital, bem como análise de comportamento e reconhecimento de padrões. Ao analisar grandes quantidades de dados em tempo real, sistemas de IA podem verificar a identidade de pessoas e objetos com maior precisão e velocidade do que os métodos tradicionais.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Craig Flower, recém-nomeado COO da Zendesk, explica como a empresa saiu de 20% para 65% de auto-resolução no próprio atendimento — e o que isso significa para qualquer empresa que queira usar IA de verdade
Na conferência anual em Denver, a Zendesk apresentou soluções que integram agentes e copilotos em uma força autônoma que deixa para os humanos as decisões mais complexas
O discurso sobre a “morte do SaaS” está dando lugar a outra leitura: a redistribuição histórica de capital na economia de IA. Relatório do PitchBook projeta US$ 8 trilhões em rotação de gastos corporativos até 2030.
Pesquisa anual da Deloitte mostra gerações pressionadas pelo custo de vida que adiaram decisões importantes, adotaram IA mais rápido que suas empresas e redefinem liderança, propósito e saúde mental no trabalho
Pesquisa com mais de mil profissionais mostra que empresas continuam investindo em sustentabilidade, mas trocaram o discurso público pelo progresso silencioso
Relatório do Fórum Econômico Mundial revela que 1.920 unicórnios privados concentram valor que os mercados públicos não conseguem mais absorver
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
