A IA Generativa tem potencial para abalar a maneira como as empresas sempre trabalharam, gerando uma produtividade sem precedentes e revelando novos caminhos para o crescimento. Mas também podem afetar os alicerces e fazer com que tudo o que foi construído se perca em um piscar de olhos. São muitos os pontos cegos organizacionais necessitando de atenção redobrada das lideranças para que acidentes não ocorram, já que manter o status quo também não é seguro.
Estudos recentes da IBM e da EY revelam o que é preciso fazer para navegar pelos perigos com segurança e na velocidade que fará a diferença entre tornar a tecnologia uma vantagem competitiva para a organização.
O primeiro deles, da IBM, baseado em uma pesquisa com 2,5 mil lideranças de tecnologia do alto escalão, incluindo diretores de tecnologia (CTOs), diretores de informação (CIOs) e diretores de dados (CDOs), revela algumas verdades inconvenientes na integração da IA Generativa a fluxos de trabalho.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
A aceleração do código gerado por IA reduziu o custo da automação ofensiva, ampliou vulnerabilidades em software corporativo e expôs limites operacionais dos modelos tradicionais de AppSec.
Com 2.000 pessoas em desenvolvimento de produto e a meta de ter 100% do time focado em IA até o fim do ano, ele fala sobre o que ainda não foi desmontado e o que mudou para sempre
Craig Flower, recém-nomeado COO da Zendesk, explica como a empresa saiu de 20% para 65% de auto-resolução no próprio atendimento — e o que isso significa para qualquer empresa que queira usar IA de verdade
A indústria aposta que a próxima interface computacional é o espaço físico. Os dados de investimento sustentam a tese. Os casos de uso, ainda não.
Na conferência anual em Denver, a Zendesk apresentou soluções que integram agentes e copilotos em uma força autônoma que deixa para os humanos as decisões mais complexas
Tom Eggemeier percorreu Milão, Madri e Atenas e encontrou executivos pedindo mais velocidade, não menos. Na conferência anual da empresa, ele explica por que 80% de suas conversas com clientes já não são sobre atendimento ao cliente �...
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
