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O avanço acelerado dos modelos de IA exige que empresas repensem sua abordagem à implementação de inteligência artificial para evitar obsolescência (Crédito: Freepik)
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

A corrida da IA: o que a terceira geração significa para os negócios

O novo modelo Claude 3.7 reforça a tendência de IA focada em raciocínio avançado e desafia empresas a adaptarem sua estratégia de inovação

Outra semana, outro modelo de raciocínio. Desta vez, o Claude 3.7 Sonnet, que a Anthropic diz ser o primeiro modelo de IA de “raciocínio híbrido”, com tempo de pensamento controlável. É possível controlar por quanto tempo o modelo pensa e ajustar entre velocidade, custo e qualidade de saída.

Acontece que esse lançamento, somado ao da semana passada – o Grok 3, da xAI – já começa a ser encarado pelo mercado não apenas como mais uma atualização de modelo, mas como parte de uma tendência mais ampla e significativa. Os principais laboratórios de IA estão convergindo rapidamente para capacidades semelhantes, com modelos focados em raciocínio, se tornando o novo padrão em todo o setor.

O Claude 3.7, desta vez,melhorou sob vários aspectos:

  • Combina raciocínio padrão e estendido em um único modelo.
  • Seu modo de pensamento estendido permite até 128 mil tokens para resolução de problemas passo a passo.
  • Permite controlar o tempo de pensamento por meio da API para equilibrar velocidade, custo e precisão.
  • Conta com uma ferramenta para codificação de agentes.
  • E oferece um equilíbrio maior entre capacidade e segurança.

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