Até pouco tempo, muitas empresas enxergavam o processo de transformação digital como “escolha a tecnologia, o usuário vai ter que se adaptar”. Não mais. Em vez de adotar tecnologia por tecnologia, as organizações precisam desenhar jornadas digitais que acompanham como os clientes pensam, sentem e decidem. Segundo o IDC, 72% dos programas de transformação bem-sucedidos já incluem designers de experiência comportamental trabalhando lado a lado com equipes de produto e tecnologia.
O levantamento “Digital Transformation Trends 2026: What to Expect” estabelece que “a era da transformação digital como uma corrida tecnológica chegou a fim” e que as organizações que quiserem se transformar com sucesso terão de “projetar a transformação em torno de comportamento, emoção e simplicidade”. Portanto, a transformação digital deixa de ser apenas uma estratégia de TI para se tornar “uma filosofia de negócios baseada no design e na experiência”. A transformação começa com design e não com aquisição.
O estudo apresenta uma série de tendências ligadas à transformação digital. Mas uma leitura mais atenta revela uma série de insights para entender e construir uma experiência melhor para o cliente (CX). A seguir, citamos algumas tendências para 2026 que podem valer para qualquer empresa.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Estudo da McKinsey mostra que a transformação é estrutural: vantagem competitiva virá do redesenho de fluxos, papéis e governança em um mundo de IA e choque geopolítico.
Pix supera cartões no e-commerce, parcelamento impulsiona receita, SMEs aceleram via bancos digitais e stablecoins ganham protagonismo cambial.
Enquanto IA, quântica e biotecnologia avançam, Stanford alerta para a erosão da ciência básica e do capital humano
Estudos do GPTW, da Gartner e da Harvard Business Review indicam que exigir performance sem recalibrar suporte, cultura e capacitação cobra um preço alto
Dados globais indicam que apenas 2 a 3 horas do dia são realmente produtivas, enquanto o “trabalho sobre trabalho” e a fragmentação da agenda corroem a eficiência
WIPO analisa 2.508 capacidades e mostra por que conectar ciência, tecnologia e mercado virou vantagem competitiva
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
