Um dos maiores desafios para quem pode aderir ao isolamento social durante a pandemia é manter a rotina de atividades físicas sem sair de casa. Contudo, o mercado logo identificou esta oportunidade e aumentou o portfólio de soluções digitais para o novo problema. Não por acaso, empresas como Nike, Peloton, Lululemon e Apple estão lucrando com o chamado "fitness de luxo".
Em 2019, apenas 7% dos usuários do serviço de bem-estar Mindbody utilizavam plataformas digitais de fitness em sua rotina. Em abril de 2020, este número saltou para 80%. Estes dados estão em análise da CB Insights, que prevê que "a atividade física virtual se tornará cada vez mais especializada - e personalizada - nos próximos anos”.
Os downloads de aplicativos relacionados a atividades físicas e saúde cresceram 40% entre o início do ano e o mês de março. Os gastos nestas plataformas aumentaram 10% no período. Se a expectativa dos analistas em 2017 era de que o mercado digital de fitness atingiria o valor de US$ 27 bilhões em 2022, com a aceleração da pandemia a tendência é que esse montante seja alcançado ainda mais cedo.
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