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TENDÊNCIAS

Estar na nuvem é cada vez mais estratégico

Governos e empresas precisam considerar o valor da nuvem na reformulação da economia para o digital

Se há uma certeza hoje, na economia digital, é a de que a nuvem e a inovação liderada por ela são fundamentais para empresas e governos impulsionarem o crescimento. Poucas empresas desconhecem os benefícios potenciais da nuvem. Menos ainda, no entanto, os capturaram em escala. Para empresas que buscam aumentar o valor que o digital gera, encontrar a fórmula para liberar o valor da nuvem é fundamental. E não é diferente com governos. A nuvem tornou-se parte do aumento da produtividade de um país, atesta um novo relatório do MIT com a Infosys.

Com base em pesquisas realizadas entre novembro de 2021 e fevereiro de 2022, o índice mostra quais países estão progredindo mais rapidamente nos esforços globais para adotar e implantar serviços de computação em nuvem. Você arriscaria um palpite? Esqueça os Estados Unidos! Ele ocupa só a décima sétima posição, entre os 76 países analisados. O Brasil? Não aprece nem ente os cinquenta melhor posicionados. É o número 54 do ranking!

Singapura, Finlândia e Suécia são os países que adotam serviços em nuvem com maior eficiência, considerando   os respectivos desempenhos em quatro áreas: adoção de ecossistema, infraestrutura, afinidade e talento humano e, por último, segurança e garantia. Dentro de cada pilar, uma série de indicadores — listas de fatores qualitativos e quantitativos — foram considerados.

  • Infraestrutura — Esse pilar consiste em vários pontos de dados que indicam o quão bem cada país é atendido por redes de telecomunicações e recursos de computação que permitem modelos de produção centrados em nuvem.
  • Adoção do ecossistema — Meia dúzia de indicadores combinam até que ponto os constituintes de cada país acessam os resultados de aplicativos e serviços em nuvem nos setores público e privado.
  • Segurança e garantia — Avalia a maturidade dos ambientes regulatórios que promovem ambientes progressivos de segurança e soberania de dados na nuvem e permitem a confiança nos recursos digitais.
  • Talento e afinidade — Os indicadores neste pilar, que representam 25% da pontuação geral do índice de um país, examinam os ativos de capital humano de cada país que podem contribuir para uma economia digital baseada em nuvem.

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