A atenção se tornou um recurso mercantilizado, manipulado pela mídia e tecnologias modernas. O recurso definidor da era digital, extraído e comercializado de forma muito parecida com o trabalho durante a Revolução Industrial – levando a uma sensação de alienação mesmo quando somos “livres” para escolher para onde vai nosso foco, como bem aponta Chris Hayes, autor do recém-lançado “The Sirens' Call”.
Pois bem, LLMs e IA preditiva podem ir além desse cenário de atenção, para moldar nossa intenção– guiando o que queremos ou planejamos fazer, dando início ao que pesquisadores já começam a chamar de “Economia da Intenção”. Afinal, sistemas de IA podem inferir e influenciar as motivações dos usuários, coletar sinais de intenção de interações aparentemente benignas e personalizar conteúdo persuasivo em escala.
Tomemos como exemplo o sistema de IA da Meta treinado para jogar Diplomacy, que lê o bate-papo e os movimentos anteriores de cada jogador para adivinhar o que eles planejam fazer a seguir e usar essa descoberta para propor acordos ou alianças que direcionam as pessoas em direção aos seus próprios objetivos – mostrando como a IA pode usar o raciocínio para deduzir a intenção de um usuário e, posteriormente, moldar seu comportamento. Em breve, poderemos estar inseridos em um mercado emergente no qual dados sobre nossos planos e objetivos futuros são capturados, comprados e vendidos – redirecionando ou mesmo reescrevendo o que queremos.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Tom Eggemeier percorreu Milão, Madri e Atenas e encontrou executivos pedindo mais velocidade, não menos. Na conferência anual da empresa, ele explica por que 80% de suas conversas com clientes já não são sobre atendimento ao cliente �...
O lançamento dos interaction models pela Thinking Machines redefine a fronteira entre homem e máquina. Mas cuidado: a tecnologia que resolve o gargalo técnico pode ser a mesma que atrofia as habilidades sociais do seu time.
Pesquisa do MIT SMR e do BCG responde: não! Painel com 31 especialistas globais indica que a supervisão humana em IA exige mais do que verificar outputs: exige julgamento em todo o ciclo de vida dos sistemas.
Em menos de um ano, a taxa de sucesso em testes de autorreplicação saltou de 6% para 81%. O tempo médio de detecção nas empresas ainda é de 10 dias.
Uma onda de organizações que demitiu em nome da IA está refazendo o caminho, só que agora com custos 27% maiores, equipes que perderam a confiança na liderança e o conhecimento institucional que foi embora junto com os funcionários
Mais da metade dos CEOs ouvidos pelo BCG diz que seus conselhos confundem narrativa midiática com realidade operacional da IA; 60% acreditam que estão sendo pressionados a agir rápido demais
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
