Em fevereiro deste ano, um comercial de 60 segundos da corretora de criptomoedas Coinbase, no intervalo do Super Bowl nos EUA, gerou 20 milhões de hits em um minuto, e literalmente derrubou o site montado para a promoção, que oferecia US$ 15 em bitcoin, de graça, para quem se inscrevesse em 48 horas. A única imagem era um QR Code quicando lentamente na tela, que ao ser capturado pelos smartphones levava ao site.
Sucessos de marketing à parte, o fato é que com 6,6 bilhões de smartphones ativos no mundo (dados da Ericsson) com capacidade de leitura de imagens, o código de barras bidimensional, mais conhecido como QR Code, vem ganhando espaço e adesão entre indústria, varejo, mercado financeiro, marcas e, principalmente, consumidores. Aproveitando, é bom saber que QR Code quer dizer Quick Response Code.
Os códigos QR armazenam mais de 4.000 caracteres ou 7.000 números e são dez vezes mais rápidos de ler do que um código de barras tradicional. A maioria dos QR Code podem ser lidos mesmo se estiverem parcialmente danificados ou incompletos, pois os dados podem ser divididos em vários segmentos que reconstroem o conteúdo original quando digitalizados. A sua forma quadrada faz com que possam ser digitalizados e lidos na vertical ou na horizontal.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Estudos da Workday e da KPMG mostram que a qualidade dos vínculos interpessoais prediz engajamento, confiança e saúde mental — e está sendo corroída em silêncio
Relatórios do IMD e Adecco apontam os padrões que separam organizações capazes de transformar IA em resultado das que ficam estagnadas
Empresas como a Tenda, Motiva e TotalPass estão passando por uma transformação movida a IA e automação, mas que vai entregar lá na ponta uma experiência elevada para o cliente
Com 5.000 funcionários em uma semana dedicada à IA e US$ 4 bilhões em receita, a empresa redefine o que significa colocar o cliente no centro
De santuários analógicos a comunidades inteligentes autossustentáveis, um relatório da Universidade Monash — baseado em 93 estudos e entrevistas com 20 especialistas — mapeia as forças que vão definir onde habitamos, como envelhec...
Craig Flower, recém-nomeado COO da Zendesk, explica como a empresa saiu de 20% para 65% de auto-resolução no próprio atendimento — e o que isso significa para qualquer empresa que queira usar IA de verdade
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
