Um número cada vez maiorde empresas está usando IA para tornar os KPIs mais eficientes. É o que mostra o relatório completo de um estudo do BCG, em parceria com a MIT Sloan Management Review, sobre o uso da IA para geração de KPIs mais inteligentes, adaptáveis, precisos e preditivos, já mencionado pela The Shift em julho do ano passado.
Publicado dias atrás, o relatório conclui que empresas que usam os mesmos KPIs antigos para medir o sucesso estão perdendo oportunidades de alinhar melhor as pessoas e os processos, priorizar recursos e gerar valor. À medida que as métricas legadas se tornam estáticas e desatualizadas, o seu valor como ferramentas para definir e alcançar objetivos organizacionais diminui. Na verdade, eles se tornam mensuravelmente menos úteis. Tanto individual quanto coletivamente, os KPIs precisam ser atualizados e aprimorados para garantir que promovam os resultados organizacionais desejados. Melhorar o desempenho sem aprimorar os KPIs cria risco competitivo.
Já empresas que utilizam a IA para projetar e criar KPIs mais dinâmicos desfrutam de maior consciência situacional, vínculos mais fortes entre as operações e os resultados estratégicos e melhores resultados. Empresas que investem na melhoria algorítmica dos seus KPIs têm três vezes mais probabilidades de obter maiores benefícios financeiros do que aquelas que não o fazem. Tem mais: organizações que usam IA para criar novos KPIs percebem um aumento de 4 vezes na colaboração entre funcionários e são 3 vezes mais eficazes na previsão do desempenho futuro.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Pesquisas da PwC e do MIT mostram por que os investimentos em IA avançam mais rápido do que a capacidade das empresas de capturar valor. E por que o problema não é tecnológico, mas estrutural.
A Anthropic aposta em agentes pagos; a OpenAI recorre à publicidade para sustentar a escala do ChatGPT.
Com ativos estratégicos e escala, o Brasil pode liderar ou perpetuar o descompasso regional.
Apesar da experimentação crescente e de ganhos já percebidos, a governança segue como principal freio à adoção formal da IA e da IA Generativa, segundo a Capgemini.
O AI Radar 2026 do BCG mostra CEOs assumindo decisões de IA, concentrando capital, risco e governança.
Mais do que acelerar a Siri, a parceria reorganiza poder quando a IA deixa de ser recurso e vira infraestrutura.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
