Um número cada vez maiorde empresas está usando IA para tornar os KPIs mais eficientes. É o que mostra o relatório completo de um estudo do BCG, em parceria com a MIT Sloan Management Review, sobre o uso da IA para geração de KPIs mais inteligentes, adaptáveis, precisos e preditivos, já mencionado pela The Shift em julho do ano passado.
Publicado dias atrás, o relatório conclui que empresas que usam os mesmos KPIs antigos para medir o sucesso estão perdendo oportunidades de alinhar melhor as pessoas e os processos, priorizar recursos e gerar valor. À medida que as métricas legadas se tornam estáticas e desatualizadas, o seu valor como ferramentas para definir e alcançar objetivos organizacionais diminui. Na verdade, eles se tornam mensuravelmente menos úteis. Tanto individual quanto coletivamente, os KPIs precisam ser atualizados e aprimorados para garantir que promovam os resultados organizacionais desejados. Melhorar o desempenho sem aprimorar os KPIs cria risco competitivo.
Já empresas que utilizam a IA para projetar e criar KPIs mais dinâmicos desfrutam de maior consciência situacional, vínculos mais fortes entre as operações e os resultados estratégicos e melhores resultados. Empresas que investem na melhoria algorítmica dos seus KPIs têm três vezes mais probabilidades de obter maiores benefícios financeiros do que aquelas que não o fazem. Tem mais: organizações que usam IA para criar novos KPIs percebem um aumento de 4 vezes na colaboração entre funcionários e são 3 vezes mais eficazes na previsão do desempenho futuro.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Empresas com IA integrada estão contratando mais profissionais juniores, enquanto as tarefas que formavam esses profissionais estão desaparecendo ao mesmo tempo.
Com 5.000 funcionários em uma semana dedicada à IA e US$ 4 bilhões em receita, a empresa redefine o que significa colocar o cliente no centro
O autoaperfeiçoamento recursivo avança dos laboratórios para a estratégia corporativa, com impacto sobre chips, infraestrutura e soberania computacional.
Por meses, representantes de Meta, Google, Amazon e OpenAI trabalharam para moldar a primeira encíclica sobre IA. O texto publicado em 25 de maio ignorou o argumento central que levaram.
De santuários analógicos a comunidades inteligentes autossustentáveis, um relatório da Universidade Monash — baseado em 93 estudos e entrevistas com 20 especialistas — mapeia as forças que vão definir onde habitamos, como envelhec...
Governos e empresas precisam criar estruturas de confiança digital diante da escalada de fraudes sintéticas, clonagem de identidade e campanhas automatizadas de desinformação.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
