Discutimos há algum tempo sobre a potência de inovação e tecnologia do Brasil, que tem provado estar à frente de outros países neste assunto. Um valioso endosso é a lista elaborada pela World Intellectual Property Organization (WIPO), agência especializada da Organização das Nações Unidas (ONU), que usa 80 indicadores para elencar os países de acordo com suas capacidades de inovação, na qual o Brasil alcançou a liderança da América Latina. No contexto global, também estamos muito bem e avançando a cada ano.
Quando conectamos inovação a startups, vale destacar a influência do Corporate Venture Builder (CVB), um modelo usado por empresas já consolidadas para investir em inovação e, desta forma, desempenharem importante papel no desenvolvimento e renovação do mercado. Prova disso é o movimento bilionário junto às startups brasileiras, que somente entre 2019 e 2023 receberam US$ 21,9 bilhões em investimentos, cerca de R$ 108,4 bilhões. Esse número levou o país ao topo do ranking da América Latina tanto em recursos, quanto em rodadas de investimento: das 5.155 registradas, o Brasil foi responsável por 3.340, quase 65% do total naquele período.
Nesse contexto, o Corporate Venture Builder (CVB) é o modelo que viabiliza a colaboração entre empresas e corporações já consolidadas com startups. Como fruto da colaboração, os resultados tendem a ser benéficos para os dois lados, com o principal objetivo do modelo sendo a transformação das corporações por meio da inovação.
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