Depois de passar dois anos em um cenário de insegurança e medo, provocado pela pandemia que parece nunca acabar, os consumidores entram em 2022 impulsionados por 3 drivers: querem ter o controle sobre suas vidas; esperam ter experiências prazerosas em todas as suas interações no mundo físico e digital; e exigem provas do compromisso ético das marcas frente a tópicos controversos. Esse é, em linhas gerais, o resumo do estudo "Global Consumer Trends for 2022", da Mintel, consultoria global de inteligência de mercado.
O estudo foi feito com consumidores de vários países, incluindo o Brasil, e a análise se baseia em sete diretrizes de tendências de consumo identificadas por um outro estudo da Mintel, o "Global Consumer Trends 2030" — bem-estar, ambiente, tecnologia, direitos, identidade, valor e experiências — aplicadas ao longo de 18 meses de observação.
O sentimento de precariedade e insegurança financeira faz com que as pessoas busquem recuperar um senso de controle sobre todos os aspectos da sua vida. Do ponto de vista de consumo, estamos falando de clareza e transparência nas informações sobre produtos e serviços (que ingredientes estão e não estão em um alimento e por que, por exemplo), de busca por formas flexíveis e adaptáveis de chegar até eles, de novos instrumentos financeiros para sua vida e de plataformas tecnológicas que permitam prever eventos ou controlar remotamente seu ambiente.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Um estudo doa ISC2 com 856 profissionais mostra que a IA já corta tarefas de entrada em segurança digital, mas também amplia o tempo dedicado à validação humana, ao estresse no trabalho e à criação de novas funções na área
Relatórios da McKinsey e do BCG mostram que agentes de IA já decidem por clientes em tempo real e por que empresas precisam trocar jornadas fixas por decisões orquestradas em cada canal
Frameworks de Gartner, BCG, Deloitte e INSEAD mostram como destravar o alinhamento entre conselho e liderança executiva na hora de definir prioridades, riscos e velocidade de adoção da IA
Pesquisa da JLL com mais de 2.200 executivos em 21 países revela que a lacuna de competências ultrapassou as restrições de orçamento como principal barreira à transformação por IA
Um estudo da McKinsey aponta como construir "capacidade cerebral" dentro da empresa e gerar valor
Estudos de Harvard e Stanford mostram que a IA só melhora o desempenho de um time quando contexto, papéis e cultura são redesenhados junto com a tecnologia e não depois dela
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
