Depois de passar dois anos em um cenário de insegurança e medo, provocado pela pandemia que parece nunca acabar, os consumidores entram em 2022 impulsionados por 3 drivers: querem ter o controle sobre suas vidas; esperam ter experiências prazerosas em todas as suas interações no mundo físico e digital; e exigem provas do compromisso ético das marcas frente a tópicos controversos. Esse é, em linhas gerais, o resumo do estudo "Global Consumer Trends for 2022", da Mintel, consultoria global de inteligência de mercado.
O estudo foi feito com consumidores de vários países, incluindo o Brasil, e a análise se baseia em sete diretrizes de tendências de consumo identificadas por um outro estudo da Mintel, o "Global Consumer Trends 2030" — bem-estar, ambiente, tecnologia, direitos, identidade, valor e experiências — aplicadas ao longo de 18 meses de observação.
O sentimento de precariedade e insegurança financeira faz com que as pessoas busquem recuperar um senso de controle sobre todos os aspectos da sua vida. Do ponto de vista de consumo, estamos falando de clareza e transparência nas informações sobre produtos e serviços (que ingredientes estão e não estão em um alimento e por que, por exemplo), de busca por formas flexíveis e adaptáveis de chegar até eles, de novos instrumentos financeiros para sua vida e de plataformas tecnológicas que permitam prever eventos ou controlar remotamente seu ambiente.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
No Requests for Startups Winter 2027, a aceleradora pede soluções em hardware, infraestrutura, finanças e governo para levar a IA à economia real
Relatório da Unico Skill mostra que as matrículas em idiomas cresceram 87,9% em um semestre. Gary Bolles, da Singularity University, explica por que a tradução automática não substitui aprender uma língua
Os conselheiros veem o risco cibernético, turbinado pela IA, como um dos mais graves do momento. Mesmo assim, ainda faltam competência técnica, informação de qualidade e ensaio para crises
Estudo do IBGC mostra que a tecnologia já apoia análises e planejamento estratégico, mas só 20,7% dos membros de boards que a usam têm diretrizes éticas documentadas, e só 31% receberam treinamento específico
Estudo da Deloitte mostra que as empresas tocam várias transformações ao mesmo tempo, mas ainda tratam a gestão de mudança como custo de projeto. O preço aparece em esgotamento, saídas de talentos e valor perdido
Estudo do BCG revela um abismo de 41 pontos na percepção de confiança. A falta de transparência sobre a IA já afeta o empenho das equipes, enquanto os líderes olham para outro lado
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
