"Embora estes sejam tempos incrivelmente difíceis, eles são um lembrete importante de que o que fazemos como empresa pode fazer uma grande diferença na vida das pessoas", diz Jeff Bezos, CEO da Amazon, na mais recente de suas cartas endereçadas aos acionistas da empresa.
Não há dúvida de que os serviços da Amazon estão em alta demanda desde o início da crise, quando a empresa contratou 100 mil novos funcionários em março e agora busca adicionar outros 75 mil trabalhadores. No entanto, além do impacto imediato nos negócios da Amazon, Bezos tirou um tempo para explicar outras maneiras importantes pelas quais a empresa está respondendo à crise e como está mantendo seu foco de longo prazo além da pandemia.
E foca em quatro pontos que considera cruciais nesse momento: ajudar a testar o maior número possível de americanos, através da Amazon Care, já que os testes são cruciais para superar o vírus e retornar o trabalho e a vida cotidiana de forma segura; o papel que a Amazon Web Services e seus serviços em nuvem estão desempenhando durante a crise; as ações feitas para manter os trabalhadores do serviço de e-commerce seguros e amparados, apesar de a companhia continuar a ser alvo de críticas trabalhistas; e os progressos da Amazon em relação às metas do Acordo de Paris.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Novo relatório mostra que o comportamento de compra mudou mais rápido do que as empresas conseguiram acompanhar
Relatórios do IMD e Adecco apontam os padrões que separam organizações capazes de transformar IA em resultado das que ficam estagnadas
Na conferência anual em Denver, a Zendesk apresentou soluções que integram agentes e copilotos em uma força autônoma que deixa para os humanos as decisões mais complexas
Pesquisa anual da Deloitte mostra gerações pressionadas pelo custo de vida que adiaram decisões importantes, adotaram IA mais rápido que suas empresas e redefinem liderança, propósito e saúde mental no trabalho
A psicóloga de Harvard defende que líderes precisam aprender a enxergar melhor no escuro — e que a falsa positividade corporativa tem outro nome: negação
Dois estudos mapeiam os tipos de conselheiros que comprometem a governança corporativa e propõem, cada um a partir de sua perspectiva, formas práticas de lidar com eles
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
