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Stone, old, mottled
STARTUPS

Como, onde e por que as startups morrem

Problemas com product-market fit são apontados como principal razão para o fracasso, segundo estudo da Failory. Daí a importância de saber a hora de pivotar o negócio

Por João Ortega 26/01/2021

Buscar inspiração nos empreendedores de sucesso é o caminho mais comum para quem é - ou deseja ser - fundador de uma startup. É claro que estudar a jornada de quem alcançou o status de unicórnio proporciona lições valiosas, mas também vale a pena olhar para o outro lado da moeda.

Nove em cada 10 startups morrem, segundo dados de 2019. Esta proporção se mantém desde 2014 e já é conhecida no ecossistema. No entanto, quando há investimento de fundos de Venture Capital (VC) por trás, os negócios tornam-se um pouco mais resilientes e um quarto sobrevive. Só que apenas uma em cada duas mil startups conseguem aportes de VCs.

Frequentemente ignoradas, as histórias de fracasso têm muito a ensinar. Os erros do outro podem evitar o seu. Essa é a premissa da Failory, uma iniciativa que estuda startups que ficaram pelo caminho. “Fundadores cometem erros. Os melhores aprendem com eles”, destaca o site da firma, que lançou um estudo apresentando as razões pelas quais novos negócios da área de tecnologia falham mais do que acertam.

Por que as startups falham

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