Nos últimos cinco anos, 85% dos líderes seniores se envolveram em pelo menos duas grandes transformações corporativas, revela pesquisa da EY e da Universidade de Oxford. Parece bom, até constatar a segunda estatística: nesse período, dois terços (67%) dos entrevistados protagonizaram pelo menos uma transformação de baixo desempenho. É uma estatística impressionante, embora nada surpreendente. Mais surpreendente é que as empresas continuem a aceitar taxas de fracasso como essa como preço da mudança. Não precisa ser assim.
Os pesquisadores encontraram uma série de paradoxos que, quando mal abordados, dificultam o sucesso das transformações. Diante deles, lideranças e organizações parecem frequentemente congelar. Eles revisitam que a transformação é mais um desafio humano e emocional do que um desafio racional.
O custo emocional de uma transformação de baixo desempenho compromete os esforços subsequentes de transformação. Parece que o fracasso gera fracasso. A chave para o sucesso depende da capacidade das organizações de repensar e redesenhar completamente as transformações, tendo as emoções como o ponto focal.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Com uma rotina intensa e uso consciente da IA, o CEO da OpenAI mostra como manter a mente afiada por meio da escrita, da alternância entre colaboração e silêncio e da arte de fazer boas perguntas
Se a IA está acelerando sua rotina, você pode estar diante da chance de reinventar sua forma de trabalhar.
Agentes com acesso a ferramentas inteligentes têm 20% mais chances de se sentirem capacitados para realizar um bom trabalho, aponta relatório do Zendesk
O levantamento da LinkedIn revela as competências mais procuradas, enquanto empresas lutam para encontrar profissionais qualificados
Do uso de chatbots à análise de currículos, empresas aceleram processos seletivos com IA. Mas como garantir que candidatos se sintam valorizados?
Muitas brigas não são sobre o que parecem, mas sobre expectativas não atendidas. Amy Gallo apresenta estratégias para alinhar objetivos e construir relações mais saudáveis no ambiente corporativo
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso