s
Créditos: (Unsplash/Arturo Rey)
TENDÊNCIAS

Com o D2C, as marcas são realmente donas da relação com o consumidor

Desde nomes conhecidos, como Nike e Adidas, até marcas menores e nativas digitais estão apostando no formato de venda direta ao consumidor.

Para o consumidor, comprar no Empório Nestlé pode ser uma mera conveniência. Para a marca, o site encabeça a estratégia direct-to-consumer (D2C). É nesse espaço que a empresa consegue conhecer a fundo seus clientes, fazer testes e oferecer uma melhor experiência de compra. A multinacional é apenas uma das grandes empresas a adotar o modelo de vendas diretas ao consumidor, uma tendência do varejo que se baseia no corte dos intermediários. Desde nomes conhecidos, como Nike e Adidas, até marcas menores e nativas digitais estão apostando neste formato.

Apesar de existir antes da pandemia, o modelo ganhou força quando o coronavírus obrigou a revisão das estratégias comerciais das empresas. As vendas diretas podem ser realizadas online ou offline, mas o e-commerce foi o grande responsável pelo boom do D2C. Na visão do CEO da empresa de mídia e pesquisa The Lead, Noah Gellman, a redução dos pedidos do atacado durante o lockdown fez os fabricantes se voltarem para seu braço digital. Mesmo recebendo pouco investimento e com times enxutos, essa vertical era capaz de construir um modelo direto ao consumidor.

“O Brasil tinha um varejo tipicamente físico. Com o fechamento das lojas, o varejo não alimentar começou a ter problemas e a opção para manter o negócio aberto era ir para o mundo digital. Preocupadas, as empresas começaram a se perguntar se não era o momento de revisitar os canais tradicionais de venda. Já existiam modelos interessantes de empresas D2C e com entregas diretas ao consumidor. Isso despertou um interesse nos fabricantes que estavam nessa tempestade perfeita”, explica Fernando Gambôa, Sócio-líder de Consumo e Varejo da KPMG no Brasil e na América do Sul.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis e tenha acesso a 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

Seus dados estão prontos para a IA?

Inteligência Artificial

Seus dados estão prontos para a IA?

A pressão está aumentando para que as empresas criem arquiteturas de dados que alimentem totalmente as transformações impulsionadas pela inteligência artificial

O negócio do BizOps? Alinhar estratégia e execução orientado por dados

Inteligência Artificial

O negócio do BizOps? Alinhar estratégia e execução orientado por d...

A função não existe sem fluência de dados, para melhorar a tomada de decisão e otimizar processos

A menopausa é uma oportunidade pouco explorada no mercado de femtechs

Tendências

A menopausa é uma oportunidade pouco explorada no mercado de femtechs

A menopausa é inevitável, mas os tabus com o tema afastam empreendedores e investidores das oportunidades desse mercado.

Q-commerce é sobre experiência: “a batalha se ganha na recorrência”

Startups

Q-commerce é sobre experiência: “a batalha se ganha na recorrênci...

Oferecer uma boa experiência para os consumidores é prioridade na Daki e a chave para se destacar em um segmento marcado por baixas margens de lucro

Trabalho: falta de engajamento pode levar a perdas de US$ 7,8 trilhões

Mercado

Trabalho: falta de engajamento pode levar a perdas de US$ 7,8 trilhõe...

Estresse, raiva, preocupações e infelicidade no trabalho são principais causas de queda de produtividade

Geração Z e o fim do trabalho que conhecemos

Tendências

Geração Z e o fim do trabalho que conhecemos

As organizações estão diante do desafio de construir culturas que levem em conta as necessidades e sejam capazes de atrair, engajar e reter talentos da Geração Z