s
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

O que a IA requer das lideranças? Mais transpiração e menos inspiração

Está na hora de CEOs trocarem o medo da IA pela disposição em treinar suas habilidades para usá-la nos negócios. O nível de dedicação dever ter a mesma intensidade que o dos atletas de elite.

Lideranças precisam saber o que a IA e a GenAI podem fazer se quiserem tomar as decisões mais informadas sobre onde apostar na tecnologia, atrair os melhores talentos e dominar a arte de imaginar o possível. Também devem cultivar velocidade e força para investir estrategicamente, acelerar a adoção e, ao mesmo tempo, construir resistência para manter o ímpeto e ter agilidade para seguir o movimento dinâmico da tecnologia.

“O nível de dedicação necessário não é diferente daquele de um atleta de elite”, explicam analistas do BCG. CEOs precisam de uma rotina de “treino” para garantir que suas organizações atinjam o desempenho máximo de IA. Como qualquer rotina de exercícios, o treino de IA deve ser construído em torno das metas e necessidades individuais. Mas quatro etapas são essenciais, segundo a equipe do BCG.

  • A designação de um personal trainer
  • Disciplina e rigor no uso diário
  • Domínio dos fundamentos da tecnologia
  • Diálogo bidirecional com seus funcionários, tanto para ajudá-los a entender o papel que a IA desempenha na empresa quanto para obter insights daqueles que já a usam.

Já passou da hora de as lideranças ficarem “em forma para a transformação da IA”. A trajetória de IA será moldada por suas decisões estratégicas. Principalmente agora, que a IA corporativa está prestes a ganhar escala: 50% dos casos de uso de IA atingem alguns ou todos os seus objetivos de negócios, com um quinto não alcançando nenhum valor ou sendo cancelado após a implantação, revela a mais recente edição do "AI Business Value Radar", recém-publicado pela Infosys.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

Por que a robótica ainda não escala? Cenários para autonomia física até 2031

Inteligência Artificial

Por que a robótica ainda não escala? Cenários para autonomia físic...

Relatório projeta quatro cenários para o futuro da robótica e aponta desafios de regulação, investimento e adoção em ambientes reais.

Pricing: onde a IA gera ROI verificável

Inteligência Artificial

Pricing: onde a IA gera ROI verificável

Enquanto 90% das iniciativas de IA ainda não saíram do piloto, o pricing B2B já tem resultados no P&L

Mythos, o modelo que encontra falhas que passaram décadas invisíveis

Inteligência Artificial

Mythos, o modelo que encontra falhas que passaram décadas invisíveis

Quando encontrar brechas deixa de ser difícil, todo cuidado é pouco. Por isso, a Anthropic lançou o modelo para apenas 50 empresas parceiras. O Project Glasswing inaugura uma nova fase da cibersegurança.

A realidade da IA em 2026, segundo Stanford

Inteligência Artificial

A realidade da IA em 2026, segundo Stanford

O AI Index, do HAI, identifica uma dependência geopolítica que o mercado ignora e uma percepção pública construída sobre uma versão anterior da tecnologia.

O que o balanço da IA não mostra

Inteligência Artificial

O que o balanço da IA não mostra

Quando os projetos fracassam, os custos somem. Quando os funcionários ficam de fora, ninguém conta. A indústria celebra uma transformação que seus próprios dados contradizem.

Sam Altman quer regular a IA. A pergunta é: podemos confiar nele?

Inteligência Artificial

Sam Altman quer regular a IA. A pergunta é: podemos confiar nele?

A empresa posicionada para capturar os maiores lucros da IA propõe como ela deve ser tributada, regulada e distribuída — e pede ao governo que faça o que ela própria não se compromete a fazer.