Voar uma distância maior em menos tempo. Quem não quer? E, ainda, com um serviço desenhado para atender os novos desejos de cada passageiro. Os céus estão cheios de novidades.
A indústria de aviação global tem planos ambiciosos para trazer de volta “a alegria de voar”, após a pandemia que dizimou financeiramente a indústria aérea. A pandemia do coronavírus deu urgência à revolução tecnológica, afinal, é preciso fazer os consumidores se sentirem confortáveis para voar novamente. As viagens têm que ser mais seguras, eficientes, saudáveis e sustentáveis. Os desejos e a experiência do consumidor são chave para a retomada do setor.
LEIA MAIS
- Deixa comigo: o futuro das entregas de última milha com os drones
- eVTOL: revolução da mobilidade aérea pode ter Brasil no protagonismo
- VIP, eu? Turismo espacial é privilégio de super-ricos (por enquanto)
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Craig Flower, recém-nomeado COO da Zendesk, explica como a empresa saiu de 20% para 65% de auto-resolução no próprio atendimento — e o que isso significa para qualquer empresa que queira usar IA de verdade
Na conferência anual em Denver, a Zendesk apresentou soluções que integram agentes e copilotos em uma força autônoma que deixa para os humanos as decisões mais complexas
O discurso sobre a “morte do SaaS” está dando lugar a outra leitura: a redistribuição histórica de capital na economia de IA. Relatório do PitchBook projeta US$ 8 trilhões em rotação de gastos corporativos até 2030.
Pesquisa anual da Deloitte mostra gerações pressionadas pelo custo de vida que adiaram decisões importantes, adotaram IA mais rápido que suas empresas e redefinem liderança, propósito e saúde mental no trabalho
Pesquisa com mais de mil profissionais mostra que empresas continuam investindo em sustentabilidade, mas trocaram o discurso público pelo progresso silencioso
Relatório do Fórum Econômico Mundial revela que 1.920 unicórnios privados concentram valor que os mercados públicos não conseguem mais absorver
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
