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INOVAÇÃO

As deep techs vão salvar o mundo?

Sim, se o dinheiro for bem direcionado, de modo a acelerar o tempo de maturação das soluções que podem resolver a maioria dos grandes dilemas da humanidade e do planeta.

Por Silvia Bassi 30/11/2023

Em meio às discussões da COP28 sobre salvar o planeta, é fundamental olhar para o segmento das deep techs como uma alternativa, mesmo que de maturação mais longa, para solucionar a maioria dos grandes dilemas que humanos e planeta vão encarar nos próximos anos.

Há dez anos, o aporte de capital de risco em deep techs representava 10% do total de dinheiro captado por startups globalmente. Hoje, 20% do dinheiro para startups globais vai para deep techs, aponta um novo relatório do BCG sobre o setor e suas oportunidadesNo início do ano, nós sinalizamos que Deep Techs eram a força de inovação disruptiva mais importante em movimento. Na verdade, a gente vem avisando desde 2021.

Estamos falando de temas capazes de transformar a humanidade. Aí está o core das Deep Techs (também chamadas de Frontier Tech), startups que miram "no que ainda não está lá", em setores como computação quântica, biotecnologia, nanotecnologia, robótica, Inteligência Artificial, energias limpas e renováveis, captura de carbono...

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