A IA Generativa está entrando no alvorecer da “agentificação”, na qual os sistemas de IA estão evoluindo de tarefas isoladas para agentes especializados e interconectados. De acordo com uma pesquisa global do Capgemini Research Institute com 1,5 mil executivos de alto escalão, que será publicada em janeiro de 2025, 32% deles colocam os agentes de IA como a principal tendência tecnológica em dados e IA para 2025.
Pensar no fluxo de trabalho agêntico como uma parte fundamental da força de trabalho pode ser um grande salto para muitas empresas. Isso envolverá, por exemplo, novas funções de gestão responsáveis por integrar trabalhadores digitais em estratégias de força de trabalho, monitorando-os e governando-os. Em 2025 as empresas começarão a gerenciar times híbrido de humanos e máquinas, garante a PwC.
Bilhões de dólares de investimento de algumas das maiores empresas do planeta estão fluindo para ferramentas que facilitarão a construção de agentes autônomos. E se esse enorme investimento e as manchetes recentes forem alguma indicação, em breve teremos muitos, muitos agentes autônomos colaborando em um ecossistema dinâmico.
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Na conferência anual em Denver, a Zendesk apresentou soluções que integram agentes e copilotos em uma força autônoma que deixa para os humanos as decisões mais complexas
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Pesquisa do MIT SMR e do BCG responde: não! Painel com 31 especialistas globais indica que a supervisão humana em IA exige mais do que verificar outputs: exige julgamento em todo o ciclo de vida dos sistemas.
Em menos de um ano, a taxa de sucesso em testes de autorreplicação saltou de 6% para 81%. O tempo médio de detecção nas empresas ainda é de 10 dias.
Uma onda de organizações que demitiu em nome da IA está refazendo o caminho, só que agora com custos 27% maiores, equipes que perderam a confiança na liderança e o conhecimento institucional que foi embora junto com os funcionários
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