A IA Generativa está entrando no alvorecer da “agentificação”, na qual os sistemas de IA estão evoluindo de tarefas isoladas para agentes especializados e interconectados. De acordo com uma pesquisa global do Capgemini Research Institute com 1,5 mil executivos de alto escalão, que será publicada em janeiro de 2025, 32% deles colocam os agentes de IA como a principal tendência tecnológica em dados e IA para 2025.
Pensar no fluxo de trabalho agêntico como uma parte fundamental da força de trabalho pode ser um grande salto para muitas empresas. Isso envolverá, por exemplo, novas funções de gestão responsáveis por integrar trabalhadores digitais em estratégias de força de trabalho, monitorando-os e governando-os. Em 2025 as empresas começarão a gerenciar times híbrido de humanos e máquinas, garante a PwC.
Bilhões de dólares de investimento de algumas das maiores empresas do planeta estão fluindo para ferramentas que facilitarão a construção de agentes autônomos. E se esse enorme investimento e as manchetes recentes forem alguma indicação, em breve teremos muitos, muitos agentes autônomos colaborando em um ecossistema dinâmico.
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Levantamento com 1.563 profissionais mostra que 62% das empresas brasileiras já detectaram tentativas de ataque, mas quatro em cada dez organizações da América Latina ainda não conseguem enxergar as próprias falhas de segurança
O discurso mudou em Las Vegas: o desafio agora é fazer agentes operarem em escala, com múltiplos modelos, dados sob controle e humanos responsáveis pelas decisões que importam.
O avanço tecnológico depende menos da capacidade de produzir hipóteses do que da capacidade de descartá-las. É o que separa as empresas em que a IA acelera a inovação daquelas em que ela apenas acelera o erro.
Políticas e comitês não bastam quando a autoridade pode expirar no tempo e se ampliar pelo caminho. As empresas terão de construir uma camada capaz de identificar, limitar, revalidar e revogar o poder de cada agente antes que a ação a...
Reguladores, coalizões, protocolos da IETF e produtos tentam evitar que a capacidade de um agente vire autoridade só porque ele encontrou um caminho técnico até a ação.
Quando agentes passam a agir sozinhos, é preciso decidir, no ponto de execução, se a ação ainda está dentro da autoridade que foi concedida.
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