A IA Generativa está entrando no alvorecer da “agentificação”, na qual os sistemas de IA estão evoluindo de tarefas isoladas para agentes especializados e interconectados. De acordo com uma pesquisa global do Capgemini Research Institute com 1,5 mil executivos de alto escalão, que será publicada em janeiro de 2025, 32% deles colocam os agentes de IA como a principal tendência tecnológica em dados e IA para 2025.
Pensar no fluxo de trabalho agêntico como uma parte fundamental da força de trabalho pode ser um grande salto para muitas empresas. Isso envolverá, por exemplo, novas funções de gestão responsáveis por integrar trabalhadores digitais em estratégias de força de trabalho, monitorando-os e governando-os. Em 2025 as empresas começarão a gerenciar times híbrido de humanos e máquinas, garante a PwC.
Bilhões de dólares de investimento de algumas das maiores empresas do planeta estão fluindo para ferramentas que facilitarão a construção de agentes autônomos. E se esse enorme investimento e as manchetes recentes forem alguma indicação, em breve teremos muitos, muitos agentes autônomos colaborando em um ecossistema dinâmico.
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Relatório global da Capgemini mostra por que tecnologia não é mais o gargalo — e como a lentidão organizacional ameaça a competitividade.
A tecnologia amadureceu. Porém, organizações, processos e governança não acompanharam a velocidade da IA em escala.
A equação "IA + supervisão humana" redefine aprendizagem, reduz desigualdades e cria novo padrão de qualificação. A IA vira infraestrutura cognitiva, reconfigurando talento, ensino e competitividade.
Em 2026, o maior risco de IA pode ser o excesso de modelos e a ausência de integração. O contexto se perde. E o ROI também.
O desafio agora é manter neutralidade e valor estratégico em um ambiente que tende à manipulação invisível.
Relatórios da IBM e da Deloitte apontam na mesma direção: empresas só extraem valor de IA quando CDOs garantem governança, integração e métricas consistentes para os dados.
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