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LIDERANÇA

Ações estratégicas para desenvolver resiliência

Um estudo da Deloitte aponta que os CXOs acreditam que a pandemia não será o último grande evento disruptivo que vamos testemunhar

As organizações que estavam prontas para enfrentar desastres e que têm na resiliência um pilar importante estão se saindo melhor na pandemia, aponta um relatório da Deloitte. O estudo aponta que os CXOs acreditam que a pandemia não será o último grande evento disruptivo que vamos testemunhar: 75% acreditam que a crise climática que vem aí terá um impacto semelhante ou maior do que a pandemia de Covid-19.

“Mudança e ruptura serão um modo de vida daqui para frente, então os líderes que implementam os blocos de construção da resiliência agora estarão mais bem posicionados para prosperar no futuro”, afirma Michele Parmelee, vice-CEO da Deloitte Global.

Veja a seguir uma série de ações estratégicas para construir a resiliência na organização:

  • Crie uma resposta abrangente a crises. A companhia deve contar com manuais de cenários que mapeiem os riscos potenciais internos e externos. Assim como as equipes esportivas elaboram manuais para cada jogo, as organizações resilientes devem preparar manuais que antecipam eventos em potencial.
  • Faça simulações regulares de crises e cenários. Essas simulações devem contar com quem toma as principais decisões em todas as funções e departamentos. Planejar cenários disruptivos ajuda as lideranças a antecipar o que a organização vai precisar para sobreviver e prosperar.
  • Contrate talentos adaptáveis. Ter um mindset mais flexível vai ajudar a pensar em saídas que não são óbvias, além de permitir a adaptação a diferentes áreas. Para isso talvez seja preciso repensar as descrições de cargos tradicionais, o que também pode aumentar a diversidade.
  • Promova upskilling e reskilling. A organização deve desenvolver programas de treinamento ou qualificação para que os trabalhadores aprendam novas habilidades. Isso é mais importante ainda considerando que o mercado está ultra aquecido para alguns talentos. E permite realocar trabalhadores, conforme as necessidades do negócio.
  • Invista em colaboração. Elimine silos internos com a ajuda de tecnologias que promovam a colaboração. Segundo o relatório da Deloitte, a colaboração melhorou a resiliência ao ajudar as organizações a tomar decisões, se comunicar com mais eficiência e promover a confiança entre os funcionários.
  • Desenvolva iniciativas verdes. A governança corporativa, social e ambiental (ESG) tem que fazer parte do negócio. Muitos fundos de investimento só estão colocando dinheiro em empresas que investem em sustentabilidade e ações sociais.
  • Construa confiança com os stakeholders. Os CXOs que lideram com empatia e se comunicam de maneira regular e transparente com os stakeholders fortalecem a confiança – e isso pode ser feito tanto fisicamente quanto virtualmente.
  • Priorize o fator humano. Zelar pela saúde mental, bem-estar, diversidade, inclusão e igualdade tem um impacto direto na organização, promovendo uma cultura ágil, diversa e mais inovadora.

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