O que você precisa para se sentir bem e prosperar no trabalho? Que tipo de interações e níveis de engajamento você gosta? Conversa fiada no cafezinho, reuniões individuais ou conversas em grupo? Gostaria de ter uma equipe maior para colaborar?
A solidão – a angústia e o desconforto que sentimos quando percebemos uma lacuna entre a conexão social que queremos e a quantidade e qualidade dos relacionamentos que temos atualmente – pode ser um efeito colateral do trabalho remoto. Essa falta de conexão pode parecer leve ou enorme. E já vinha aumentando mesmo antes da pandemia, com 61% dos entrevistados em um estudo de 2020 conduzido pela Cigna relatando sentir-se solitários.
No início deste mês, Vivek Murthy, chefe operacional do US Public Health Service Commissioned Corps (PHSCC) e principal porta-voz para questões de saúde pública do governo federal dos Estados Unidos, divulgou um relatório de 81 páginas sobre a epidemia de solidão e isolamento, chamando a atenção para a tendência preocupante de desconexão social nos Estados Unidos. Na sequência, em um ensaio publicado pelo NYT, cita vários estudos que mostram como a solidão prolongada afeta negativamente nossa saúde física e mental.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
A maioria (84%) dos profissionais brasileiros quer líderes emocionalmente controlados: o que esta pesquisa revela sobre a lacuna da liderança no país
O gargalo da Inteligência Artificial nas empresas virou execução, contexto e gestão, com 7,9 horas por semana perdidas em atrito e apenas 12% dos funcionários dizendo que o trabalho de fato mudou
Pesquisa Ford e Datafolha aponta falta de conhecimento técnico como principal gargalo na contratação, mas a escassez de habilidades comportamentais, o domínio do inglês e a velocidade da adoção de IA complicam ainda mais o cenário
Quase três em cada quatro organizações admitem não ter gente nem tempo para sustentar uma cultura de aprendizagem. O problema é de infraestrutura, intencionalidade e, sobretudo, de coragem para fazer escolhas
Para Borja Castelar, ex-diretor do LinkedIn na América Latina e autor de “Human Skills”, a ascensão da Inteligência Artificial não torna o ser humano obsoleto. Pelo contrário: a IA empurra as habilidades humanas para o centro das c...
Novo relatório da Coursera aponta que, à medida que a IA automatiza tarefas analíticas, o julgamento humano se torna o diferencial competitivo mais valorioso nas organizações
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
