Embora 56% dos trabalhadores em todo o mundo se considerem ambiciosos, uma grande parte (47%) se diz menos focada no senso tradicional de progressão na carreira, revela o recém-publicado relatório Workmonitor 2024. Em vez disso, estão priorizando cada vez mais:
"Está surgindo um novo senso de ambição", pontuam os autores do relatório, da Randstad. Além disso, ambições, motivações e prioridades dos trabalhadores estão se tornando mais fragmentadas e personalizadas. Incorporar uma mentalidade que coloca os talentos em primeiro lugar e compreender verdadeiramente suas motivações e prioridades pessoais ajudará a diferenciar as empresas.
O estudo ouviu 27 mil trabalhadores em 34 países, incluindo o Brasil. E eles estão mais propensos a valorizar o equilíbrio entre vida profissional e pessoal (93%), a flexibilidade de horários (81%) e o apoio à saúde mental (83%) em detrimento da ambição profissional (70%). Tem mais: 72% dos colaboradores destacaram a importância das oportunidades de treinamento. Quase um terço abandonaria o emprego se não lhes fossem oferecidas oportunidades para “preparar as suas competências para o futuro”, como formação em IA. Olhando só para o recorte Brasil, esse índice sobe para 45%.
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