Futuras vacinas, bio-sensores vestíveis, engenharia de tecidos, navegação aeroespacial... Em todas essas áreas, jovens cientistas de vários países do mundo estão fazendo uso dos avanços do Big Data e da Inteligência Artificial para prever e explicar como fenômenos diferentes afetam os principais desafios da humanidade.
São pesquisadores brilhantes, com menos de 40 anos, que todos os anos concorrem ao título de líderes em suas áreas de pesquisa, segundo critérios do Fórum Econômico Mundial. A lista dos 25 jovens cientistas agraciados este ano traz oito que estudam na Europa, enquanto sete trabalham na Ásia, seis estão nas Américas (nenhum deles brasileiro), dois na África do Sul e outros dois no Oriente Médio. Quinze - mais da metade! - são mulheres.
Entre os destaques estão:
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Enquanto IA, quântica e biotecnologia avançam, Stanford alerta para a erosão da ciência básica e do capital humano
A automação por IA está deslocando valor da interface para dados, controle e orquestração.
Estudos do GPTW, da Gartner e da Harvard Business Review indicam que exigir performance sem recalibrar suporte, cultura e capacitação cobra um preço alto
Dados globais indicam que apenas 2 a 3 horas do dia são realmente produtivas, enquanto o “trabalho sobre trabalho” e a fragmentação da agenda corroem a eficiência
Agentes prometem escala e eficiência, mas expõem limites organizacionais. O diferencial está na capacidade das empresas de gerir IA como rotina operacional.
O que o experimento MoltBook revela sobre o valor econômico, a governança e a liderança em sistemas autônomos.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
