Quando 2020 começou, algumas pessoas familiarizadas com os avanços do Blockchain já diziam que seria um ano marcado por uma nova onda de DAOs, acrônimo em inglês para Organizações Autônomas Descentralizadas. Um conceito que existe desde 2014, cresceu em 2019 e agora, pós Covid-19, começou a ganhar tração fora do mercado financeiro.
As DAOs estão no centro do movimento recente para criar a Internet de próxima geração, a Internet das Pessoas (IoP), que exige que os indivíduos possam controlar seus dados pessoais e reduzir drasticamente o papel de intermediários. Ao fomentar a cooperação direta, elas podem disruptar plataformas tradicionais da gig economy, como Airbnb e Uber. O app Swarm.city é um bom exemplo do modelo DAO.
Pense em uma empresa onde todos os participantes são sócios do negócio. Quem produz os códigos são programadores que têm voz ativa nas decisões. Quem vende os produtos são vendedores que dividem igualmente todo ganho que obtêm. E todos trabalham não somente com o objetivo de obter lucro, mas com a intenção de fazer o serviço funcionar da melhor forma, sendo remunerados pelo tempo que investiram no projeto.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
O relatório "Beyond Tomorrow", do BCG Henderson Institute, traça quatro futuros plausíveis para 2050 a partir de mais de 100 megatendências e um século de dados. E alerta que as decisões dos próximos cinco anos moldarão os próximos...
Estudos da Capgemini e do IBM Institute for Business Value com Adobe mostram que 84% das lideranças apostam em CX como motor de crescimento, mas apenas 34% dos dados coletados viram decisão — e a janela para agir em cima da intenção d...
A maioria (84%) dos profissionais brasileiros quer líderes emocionalmente controlados: o que esta pesquisa revela sobre a lacuna da liderança no país
O gargalo da Inteligência Artificial nas empresas virou execução, contexto e gestão, com 7,9 horas por semana perdidas em atrito e apenas 12% dos funcionários dizendo que o trabalho de fato mudou
Pesquisa Ford e Datafolha aponta falta de conhecimento técnico como principal gargalo na contratação, mas a escassez de habilidades comportamentais, o domínio do inglês e a velocidade da adoção de IA complicam ainda mais o cenário
Três em cada quatro empresas admitem que não conteriam um ciberataque significativo sem paralisar as operações. O risco agora é de continuidade do negócio
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
