A Inteligência Artificial vem ajudando a transformar o mundo ao nosso redor. Desde a otimização do gerenciamento da cadeia de suprimentos até a otimização do fluxo de trabalho e a obtenção de informações valiosas sobre dados, sua influência está aumentando continuamente. O mapa abaixo, produzido pelo Algorithm-X Lab, identifica mais de 150 fornecedores de IA para uso corporativo em 12 campos de atuação.

Gráfico mostra as principais empresas de inteligência artificial Crédito: Algorithm Lab
Recentemente, a O’Reilly divulgou os resultados de um estudo, realizado em dezembro de 2019, sobre o uso da IA nas empresas. Eles mostram que os esforços de IA estão amadurecendo do protótipo à produção. A abundância de ferramentas de código aberto, bibliotecas, tutoriais e uma linguagem acessível – Python – a barreira de entrada baixou. O aprendizado supervisionado continua sendo a técnica de ML mais popular. Mas governança, suporte e a escassez de modeladores de Machine Learning e cientistas de dados ainda são grandes desafios.
Levantamento com 1.563 profissionais mostra que 62% das empresas brasileiras já detectaram tentativas de ataque, mas quatro em cada dez organizações da América Latina ainda não conseguem enxergar as próprias falhas de segurança
O discurso mudou em Las Vegas: o desafio agora é fazer agentes operarem em escala, com múltiplos modelos, dados sob controle e humanos responsáveis pelas decisões que importam.
O avanço tecnológico depende menos da capacidade de produzir hipóteses do que da capacidade de descartá-las. É o que separa as empresas em que a IA acelera a inovação daquelas em que ela apenas acelera o erro.
Políticas e comitês não bastam quando a autoridade pode expirar no tempo e se ampliar pelo caminho. As empresas terão de construir uma camada capaz de identificar, limitar, revalidar e revogar o poder de cada agente antes que a ação a...
Reguladores, coalizões, protocolos da IETF e produtos tentam evitar que a capacidade de um agente vire autoridade só porque ele encontrou um caminho técnico até a ação.
Quando agentes passam a agir sozinhos, é preciso decidir, no ponto de execução, se a ação ainda está dentro da autoridade que foi concedida.
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