Nossa obsessão com a eficiência está realmente nos tornando menos eficientes? Talvez esse período de isolamento social seja um bom momento para refletir a respeito. Um dia, tudo será mais fácil, mais rápido e melhor, nos disseram. É uma visão atraente, mas há uma desvantagem em toda essa eficiência, diz o estudioso e escritor Edward Tenner, autor de "The Efficiency Paradox: What Big Data Can’t Do". na sua opinião precisamos encontrar equilíbrio para desfrutar dos benefícios da tecnologia ou perdemos os benefícios da natureza humana.
Tenner define eficiência como "produzir bens, fornecer serviços ou informações ou processar transações com o mínimo de desperdício". E sustenta a tese de que nosso atual foco tecnocrático da elite na eficiência tem nos levado a uma série de "esforços desperdiçados e oportunidades perdidas".
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Políticas e comitês não bastam quando a autoridade pode expirar no tempo e se ampliar pelo caminho. As empresas terão de construir uma camada capaz de identificar, limitar, revalidar e revogar o poder de cada agente antes que a ação a...
Reguladores, coalizões, protocolos da IETF e produtos tentam evitar que a capacidade de um agente vire autoridade só porque ele encontrou um caminho técnico até a ação.
Quando agentes passam a agir sozinhos, é preciso decidir, no ponto de execução, se a ação ainda está dentro da autoridade que foi concedida.
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