Por décadas, algumas das tecnologias mais disruptivas da nossa erafizeram parte de uma espécie de purgatório científico. Computação quântica, fusão nuclear, robôs humanoides, aceleradores compactos, novos materiais funcionais, todas carregavam uma mesma promessa temporal: “cinco anos até a maturidade”. Um prazo que se renovava ano após ano, como se elas vivessem numa suspensão permanente entre o possível e o inalcançável.
No entanto, essas mesmas tecnologias são as que têm o maior potencial de transformação do século XXI. O fundo de venture capital Quantonation sabe bem o valor escondido nesse "limbo tecnológico". Eles investem em startups globais early-stage focadas nos avanços da Física e da computação. Recentemente, resolveram explicar sua tese no paper "Investing in Perpetual Five-Year Technologies (PFYTs)".
As PFYTs são tecnologias que orbitam esse horizonte móvel não por falta de ciência, mas pela complexidade de escalar a Física no mundo real. São sistemas cuja entrada para o mundo comercial depende de um alinhamento entre avanços científicos, maturidade industrial, novas cadeias de suprimentos, políticas públicas adequadas e capital paciente. As PFYTs, aponta o documento, não são ficção científica, nem atraso científico, nem hype. Elas representam a próxima fronteira industrial.
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