s
Unir narrativa com dados e demonstrar valor será a fórmula das marcas vencedoras, segundo a Forrester (Crédito: Freepik)
TENDÊNCIAS

Marketing e CX em 2026: quando o hype da IA encontra os limites da realidade

A Forrester prevê frustrações crescentes com IA, queda de confiança na personalização e redirecionamento de investimentos para experiências presenciais

Após anos de hype em torno da personalização e da centralidade no cliente, as empresas terão de readaptar seu discurso. Em 2026, menos de 20% das marcas B2C serão capazes de entregar experiências “realmente centradas no cliente” e de forma consistente. E um terço das empresas terá experiências negativas com frustrações no autoatendimento da IA. Ou seja, ainda que a retórica da IA e da personalização continue em alta, clientes e marcas enfrentarão a limitação da realidade, de acordo um relatório recente da Forrester.

O que se dizia até então sobre a chegada da IA Generativa e, mais recentemente, IA Agêntica, vale: a tecnologia vai transformar Marketing e CX (Consumer Experience). Mas essa virada não é automática, como mostra o relatório “2026 Predictions Guide: B2C Marketing, CX, & Digital”. “A pressão para reduzir custos fará com que as empresas implementem chatbots e agentes virtuais de IA Generativa voltados para o cliente prematuramente – e em contextos onde é improvável que tenham sucesso. Isso corroerá a marca e a experiência do cliente, prejudicando tanto a aquisição quanto a retenção de clientes”, cita o estudo.

Veja a seguir algumas das previsões da Forrester para Marketing e CX em 2026.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

O que acontece quando agentes de IA criam a própria sociedade

Inteligência Artificial

O que acontece quando agentes de IA criam a própria sociedade

Experimentos do MIT e de outros laboratórios mostram que agentes de IA podem se organizar, dividir tarefas e acumular tecnologia sem comando central, e que regras escritas não bastam para evitar o colapso

Robôs, data centers e governo: a nova lista de desejos da Y Combinator

Inteligência Artificial

Robôs, data centers e governo: a nova lista de desejos da Y Combinato...

No Requests for Startups Winter 2027, a aceleradora pede soluções em hardware, infraestrutura, finanças e governo para levar a IA à economia real

Habilidades do futuro: trabalhador brasileiro pesquisa IA, mas estuda idiomas

Tendências

Habilidades do futuro: trabalhador brasileiro pesquisa IA, mas estuda...

Relatório da Unico Skill mostra que as matrículas em idiomas cresceram 87,9% em um semestre. Gary Bolles, da Singularity University, explica por que a tradução automática não substitui aprender uma língua

Cibersegurança: conselhos sabem do risco, mas ainda não estão prontos para a crise

Inteligência Artificial

Cibersegurança: conselhos sabem do risco, mas ainda não estão pront...

Os conselheiros veem o risco cibernético, turbinado pela IA, como um dos mais graves do momento. Mesmo assim, ainda faltam competência técnica, informação de qualidade e ensaio para crises

A IA chegou aos conselhos antes da governança

Tendências

A IA chegou aos conselhos antes da governança

Estudo do IBGC mostra que a tecnologia já apoia análises e planejamento estratégico, mas só 20,7% dos membros de boards que a usam têm diretrizes éticas documentadas, e só 31% receberam treinamento específico

O retorno de 4 para 1 que as empresas deixam na mesa

Inteligência Artificial

O retorno de 4 para 1 que as empresas deixam na mesa

Estudo da Deloitte mostra que as empresas tocam várias transformações ao mesmo tempo, mas ainda tratam a gestão de mudança como custo de projeto. O preço aparece em esgotamento, saídas de talentos e valor perdido