Em meio a todo o barulho provocado pela DeepSeek AI, a OpenAI deu um passo adiante em direção a agentes totalmente autônomos com o lançamento do Operator, capaz de assumir o controle do seu navegador da web e executar tarefas para você – desde reservar voos e fazer pedidos de compras até gerenciar reservas de hotel e preencher formulários na Internet.
Analistas que já puseram as mãos no Operator dizem que ele oferece uma prévia de como a IA mudará completamente a forma como interagimos com sites. Vedant Misra, pesquisador do Google DeepMind, diz que o Operator acertou em cheio em suas solicitações de teste e que o público em geral provavelmente não consegue entender a grandeza que isso representa.
Outros veem o caminho à frente sendo muito mais longo – e complicado – do que o esperado. É o caso de Andrej Karpathy, que liderou a pesquisa inicial de controle de navegador da OpenAI (apelidada de “World of Bits”) em 2017. “Há uma enorme quantidade de trabalho em todos os níveis para que isso realmente funcione, mas deve funcionar”, disse. Segundo ele, os recursos do Operator são impressionantes para uma tecnologia de nível 2025, mas ainda está em modo de pré-visualização – e há muito caminho pela frente antes de vermos produtos semelhantes funcionando perfeitamente na web.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
A16z levantou US$ 1,1 bilhão para o mundo físico da IA. É para lá que o capital corre em busca de proteção. Mas é lá que se acumulam a concentração, a dívida e os compromissos de longo prazo que podem amplificar o risco.
Levantamento com 1.563 profissionais mostra que 62% das empresas brasileiras já detectaram tentativas de ataque, mas quatro em cada dez organizações da América Latina ainda não conseguem enxergar as próprias falhas de segurança
O discurso mudou em Las Vegas: o desafio agora é fazer agentes operarem em escala, com múltiplos modelos, dados sob controle e humanos responsáveis pelas decisões que importam.
O avanço tecnológico depende menos da capacidade de produzir hipóteses do que da capacidade de descartá-las. É o que separa as empresas em que a IA acelera a inovação daquelas em que ela apenas acelera o erro.
Políticas e comitês não bastam quando a autoridade pode expirar no tempo e se ampliar pelo caminho. As empresas terão de construir uma camada capaz de identificar, limitar, revalidar e revogar o poder de cada agente antes que a ação a...
Reguladores, coalizões, protocolos da IETF e produtos tentam evitar que a capacidade de um agente vire autoridade só porque ele encontrou um caminho técnico até a ação.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
