No início deste ano, a Microsoft já havia feito questão de adicionar um botton bar de IA aos PCs com Windows. E de tornar "Copilot" uma marca onipresente em seus sistemas. Ontem, na conferência Build, foi além, com a apresentação da nova linha de PCs Copilot + e de um novo recurso do Windows 11, chamado Recall, capaz de conceder uma memória fotográfica a todos que comprarem um PC Copilot+".
O Recall usa uma variedade de pequenos modelos de linguagem executados em combinação no próprio PC. Isso contrasta com agentes da OpenAI ou do Google, que usam modelos de linguagem grandes executados na nuvem. A Microsoft diz que essa abordagem oferece melhor desempenho, menor latência e mais privacidade e benefícios ambientais e de custo. Os usuários poderão digitar detalhes sobre o arquivo que desejam localizar ou usar um controle deslizante para visualizar a memória digital do PC em ordem cronológica. E quando encontrarem o que desejarem, salvar a imagem ou o texto diretamente do recurso Recall, ou abrir o arquivo subjacente, sem precisar saber onde está armazenado.
Trocando em miúdos, a Microsoft está convencida de que a IA reformulará a computação de maneiras que mal podemos imaginar, mas primeiro ela precisa de alguns exemplos tangíveis para provar esse potencial. Os PCs Copilot+ são a visão da Microsoft de hardware Windows, carro-chefe e pioneiro em IA. E o Recall, o primeiro passo em direção à IA como sistema operacional da computação moderna, segundo alguns analistas.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Agentes já conseguem identificar vulnerabilidades, coordenar ações e adaptar o caminho para atingir um objetivo. O problema para empresas muda quando também passam a contornar a supervisão.
A16z levantou US$ 1,1 bilhão para o mundo físico da IA. É para lá que o capital corre em busca de proteção. Mas é lá que se acumulam a concentração, a dívida e os compromissos de longo prazo que podem amplificar o risco.
Levantamento com 1.563 profissionais mostra que 62% das empresas brasileiras já detectaram tentativas de ataque, mas quatro em cada dez organizações da América Latina ainda não conseguem enxergar as próprias falhas de segurança
O discurso mudou em Las Vegas: o desafio agora é fazer agentes operarem em escala, com múltiplos modelos, dados sob controle e humanos responsáveis pelas decisões que importam.
O avanço tecnológico depende menos da capacidade de produzir hipóteses do que da capacidade de descartá-las. É o que separa as empresas em que a IA acelera a inovação daquelas em que ela apenas acelera o erro.
Políticas e comitês não bastam quando a autoridade pode expirar no tempo e se ampliar pelo caminho. As empresas terão de construir uma camada capaz de identificar, limitar, revalidar e revogar o poder de cada agente antes que a ação a...
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
